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    Herpes: Como se prevenir? Como é o tratamento? Saiba tudo sobre a doença

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    Herpes simples é uma infecção causada por dois tipos de vírus: o HSV-1 e o HSV-2. É importante conhecer as principais formas de tratamento, de transmissão e de prevenção, já que o problema é bastante comum. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, mais de 3 bilhões de pessoas já entraram em contato com o HSV-1 e mais de 400 milhões com o HSV-2.

    Contato direto com as lesões transmite o vírus do herpes


    O vírus é transmitido pelo contato direto ou indireto com lesões ativas
    , como durante um beijo, por via sexual mesmo sem lesões ativas e também de mãe para filho durante a gestação. Apesar de ser menos frequente, o herpes também pode ser transmitido pelo contato indireto por meio do compartilhamento de objetos de uso comum, como garrafas e outros utensílios de cozinhas não lavados, já que o vírus consegue sobreviver por algumas horas fora do corpo.

    O vírus HSV-1 é adquirido mais frequentemente e de forma mais precoce que o HSV-2. O tipo 2 é adquirido por meio de relações sexuais desprotegidas, principalmente durante a puberdade, quando a vida sexual se inicia. É o principal responsável pelo aparecimento de sintomas nos órgãos sexuais, casos conhecidos como herpes genital.

    Bolhas e feridas são os principais sintomas do herpes


    O primeiro contato com o vírus é chamado de infecção primária. Nela, os sintomas podem ser mais intensos e o paciente pode apresentar quadro febril. A partir do momento em que o contágio acontece, os sintomas costumam demorar até duas semanas para aparecer. Em um primeiro momento, é possível sentir coceiras, ardência e dores nos lábios e na região genital. Posteriormente, surgem bolhas e feridas.

    Ao notar os sintomas, o paciente deve procurar auxílio médico para tratar a infecção do herpes. Em boa parte dos casos, o profissional prescreve o uso de medicações antivirais para atacar diretamente o vírus do herpes, além de outros medicamentos que visam amenizar os sintomas e cicatrizar as feridas com mais velocidade.

    Estresse pode provocar uma nova crise de herpes


    Mesmo depois de tratar a infecção, os sintomas do herpes podem retornar. “Essas recidivas podem ser induzidas por vários estímulos, tais como trauma, radiação ultravioleta, extremos de temperatura, estresse ou imunossupressão”, explica a infectologista Naihma Salum Fontana. É importante, portanto, seguir algumas recomendações médicas para impedir novas crises.

    A infectologista Keilla Mara de Freitas cita medidas que podem ajudam a evitar a volta dos sintomas ou até mesmo algumas complicações: “Controlar as doenças e fatores que diminuem a imunidade, como diabetes, depressão, insônia e estresse, e em último caso, utilizar os mesmos remédios do tratamento em doses menores, por um período mais prolongado, de seis meses a um ano”.

    Lisina pode diminuir o número de crises de herpes


    É difícil evitar o contato com o vírus do herpes, mas uma das formas de prevenção é não compartilhar alguns tipos de objetos. “Talheres e copos devem ser adequadamente higienizados e separados durante episódios de atividade das lesões e objetos de uso pessoal não devem ser compartilhados. Além disso, as mãos devem ser higienizadas com frequência”, afirma o infectologista Taylor Olivo.

    Diversos estudos mostram que a lisina pode ser utilizada para dificultar novas crises. Esse aminoácido é encontrado em ovos, peixes, carnes, leites e derivados, mas também pode ser suplementado, seja como parte do tratamento ou como uma medida profilática, indicada para quem tem mais de três manifestações da doença por ano. Já o chocolate, o coco, o trigo, o milho e castanhas podem piorar o quadro e devem ser evitados, pois contém uma substância chamada arginina, que auxilia a replicação viral.

     
    Foto: Shutterstock

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