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    Dieta e diabetes: quais alimentos ajudam a controlar a doença?

    Saúde Gastrointestinal
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    O diabetes é marcado pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue, também chamados de índices glicêmicos. Estes níveis precisam ser mantidos estáveis para controlar a doença e para que o paciente consiga viver bem. Uma das principais formas de alcançar este objetivo é promover, com ajuda de profissionais, mudanças profundas na alimentação.

    Alimentos ricos em fibras ajudam no tratamento do diabetes


    Pacientes diabéticos devem dar preferência a opções com maior teor de fibras, menor densidade de calorias e maior valor nutricional. “Legumes, verduras,
    frutas, grãos integrais, leite e derivados pobres em gordura são alimentos capazes de retardar a absorção dos carboidratos, minimizando os picos de glicose após as refeições, o que contribui para a prevenção das complicações crônicas da doença”, diz a endocrinologista Daniele Zaninelli.
    Por outro lado, os alimentos que mais provocam o aumento dos níveis sanguíneos de glicose são aqueles ricos em carboidratos, como pães, massas e doces em geral. Os carboidratos simples, como açúcares, são absorvidos rapidamente pelo corpo e podem comprometer o quadro de diabetes. Já os carboidratos complexos, como massas e arroz integrais, levam mais tempo para serem digeridos.

    Consumo exagerado de carboidratos prejudica diabetes


    Picos de glicemia depois das refeições são prejudiciais à saúde e fortemente influenciados pelos carboidratos. Como são fontes de energia, não é recomendado excluí-los da alimentação, mas não cometer exageros. “Mesmo escolhendo bons carboidratos, é importante moderar o consumo calórico, pois
    manter um peso saudável é um dos objetivos mais importantes para o controle”, complementa a especialista.
    No entanto, Daniele acredita que o mais importante é criar um padrão alimentar equilibrado que possa ser mantido pelo paciente por prazo indeterminado. Para funcionar, as mudanças devem levar em consideração fatores culturais e preferências pessoais, assim como necessidades especiais de acordo com a prática de atividades físicas e com o dia a dia.

     

    Foto: Shutterstock

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