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    Como obter níveis diários de vitamina D durante os dias mais frios de outono?

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    A exposição excessiva à luz solar oferece alguns riscos, como queimaduras, envelhecimento precoce e até mesmo câncer de pele. No entanto, isso não é motivo para fugir totalmente do sol. A saúde do corpo precisa do contato adequado com os raios solares para produzir a vitamina D, nutriente essencial para a fixação do cálcio nos ossos.

    Exposição ao sol no verão ajuda a formar estoque de vitamina D


    Se no verão, o sol não é problema, o mesmo não pode ser dito do inverno e do outono,
    estações com menores incidências de raios solares, especialmente na Região Sul do Brasil, o que pode causar uma menor produção de vitamina D. “Se houve um bom estoque nos períodos de verão e exposição adequada do indivíduo, talvez não haja deficiência do nutriente”, afirma a nutricionista Carla Cotta.

    O ideal, portanto, é garantir o contato com a luz solar diariamente, por um período de 15 a 20 minutos, preferencialmente antes das 10 horas e depois das 16 horas, ao longo do verão e da primavera. O contato deve ser direto, ou seja, sem o intermédio de vidros de janelas do carro ou de casa, por exemplo, e até mesmo sem o uso de filtro solar.

    Contato com a luz solar pode ser maior no outono e no inverno


    Para o outono, alguns cuidados extras podem ser indicados. “O período de exposição pode ser mais prolongado, sob orientação profissional. A avaliação e o monitoramento de análises bioquímicas determinarão se o uso de suplementos alimentares será necessário ou não”, explica a especialista. A associação com outras substâncias importantes para a saúde óssea, como o cálcio, o silício e o fósforo também será analisada.

    Reforçar a quantidade de vitamina D por meio da alimentação também é importante. O nutriente é encontrado em ovos e cogumelos, mas também em peixes, como a cavalinha, o salmão e o atum. “A deficiência pode levar a diversas queixas, incluindo cansaço, além de menor fornecimento de vitamina D para a saúde óssea”, alerta Carla. Uma das possíveis consequências é o desenvolvimento da osteoporose a partir dos 50 anos de idade.

     

    Foto: Shutterstock

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