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    A partir de qual idade devemos nos preocupar com a osteoartrite?

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    A osteoartrite é uma doença crônica e progressiva que desgasta a cartilagem articular, parte da estrutura óssea responsável por proteger as articulações de impactos. Como consequência, quem sofre com a doença pode sentir dores e apresentar inchaço, rigidez e deformidades nos ossos. A doença é resultado do envelhecimento do corpo e preocupa principalmente a partir da meia idade.

    Osteoartrite costuma surgir aos 50 anos de idade


    “A osteoartrite costuma se manifestar com mais frequência em
    mulheres na faixa etária acima dos 50 anos. Entretanto, isso é variável, pois podemos encontrar casos com idade abaixo dos 50″, afirma a reumatologista Regina Ferreira. Apesar de fatores anatômicos, biomecânicos e genéticos tornarem a doença mais comum no sexo feminino, os homens também devem se cuidar a partir desta faixa etária.
    A partir dos 50 anos de idade, algumas medidas são importantes para se prevenir da osteoartrite. “Os principais cuidados são manutenção do peso dentro das faixas adequadas e realização de atividades físicas compatíveis com o tempo disponível e a preferência do paciente”, indica a especialista. Consultas regulares ao reumatologista são importantes também, principalmente quando há histórico familiar.  

    Osteoartrite também pode surgir em pacientes jovens


    Segundo a profissional, casos precoces de osteoartrite estão ligados diretamente ao fator genético. A médica cita, como exemplo, o caso de um paciente que herda a doença de uma mãe ou de um pai que é portador de osteoartrite erosiva. O problema pode surgir mais cedo também em atletas, como os jogadores de basquete, que atuam com alto impacto nas articulações.

    Por outro lado, existem ainda casos de pessoas que desenvolvem a osteoartrite e seus sintomas tardiamente. “Há pacientes com deformidades visíveis e que não percebem esse quadro. São alterações tardias da doença e o paciente só nota quando passa a sentir dor”, afirma Regina. Quando isso acontece, o tratamento se mantém com medicamentos e outros tipos de medidas. A diferença fica por conta das consultas com intervalos menores para reavaliações frequentes e possível mudança de conduta, caso seja necessário.
    Dra. Regina Ferreira é reumatologista, graduada pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos e atende em São Paulo. CRM-SP: 72550
    Foto: Shutterstock

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