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    Otorrinolaringologista: o que faz? Que problemas esse especialista trata?

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    Você está com dor de garganta, dor de ouvido, com suspeita de laringite, amigdalite ou precisa de tratamento para apneia do sono? Para todos esses casos, existe um profissional que pode te ajudar: o otorrinolaringologista. Essa especialidade tão abrangente da Medicina atua na terapia e na prevenção de várias doenças do canal auditivo, do nariz e da garganta. Em comemoração ao Dia do Otorrinolaringologista, 3 de março, o Cuidados Pela Vida entrevistou uma expert no assunto, a Dra. Luísi Rabaioli, para esclarecer o que essa especialidade faz e quando devemos procurar esse profissional. 

    Otorrinolaringologista: o que faz? Entenda as áreas que este profissional estuda

    O otorrinolaringologista é o médico responsável pelos cuidados de saúde do nariz, ouvidos e garganta. Mas, a Dra. Luísi ressalta que a especialidade vai além disso: “Ela também atua na estética da face, na Medicina do Sono… o otorrinolaringologista é responsável por três dos cinco sentidos: audição, olfato e paladar”. Outra curiosidade sobre essa área é que, para se tornar um otorrinolaringologista, são necessários, pelo menos, nove anos de estudo: seis de Medicina e mais três de residência em Otorrinolaringologia. Alguns, ainda realizam subespecializações em áreas específicas dentro da especialidade.

    Da dor de garganta à amigdalite: principais doenças que o otorrinolaringologista trata

    A Otorrinolaringologia é uma especialidade muito ampla, capaz de tratar várias doenças do ouvido, nariz e garganta: “Rinite, sinusite, gripes e resfriados, amigdalite, perdas auditivas, otites, alterações da voz, ronco e apneia do sono, distúrbios do equilíbrio, zumbido… A especialidade atende demandas de todas as idades, dos bebês aos idosos, além de atuar em consultas e cirurgias”, detalha a médica.

    Os problemas também costumam variar de acordo com a estação do ano, conforme explica a especialista: “No verão, há muitos problemas com o ouvido, relacionados a banhos de piscina e mar. No outono e na primavera, é a vez das crises de rinite alérgica. Já no inverno, gripe, resfriado, febre e tosse costumam vir com tudo”. Por isso, esse costuma ser um médico que você pode procurar o ano inteiro. 

    Quando procurar o otorrinolaringologista?

    Os principais sinais de alerta que indicam a necessidade de procurar esse profissional são: dificuldade para respirar pelo nariz, sangramentos nasais, diminuição do olfato, ronco e apneia do sono, dor de ouvido, dificuldade auditiva, excesso de cera nos ouvidos, zumbido, tosse, pigarro, dor de garganta, alterações da voz, tontura e desequilíbrio, dificuldade para engolir e engasgos.

    “Certamente, todas as pessoas precisarão de uma avaliação com otorrinolaringologista em algum momento da vida. Além disso, também atuamos nos atrasos da fala em crianças, lesões ou nódulos na região da cabeça ou pescoço e cirurgias estéticas como rinoplastia e otoplastia”, completa Dra. Luísi. 

    Consulta com clínico geral, serviço de emergência ou atendimento com otorrinolaringologista: como diferenciar cada caso?

    Para cada situação, é importante se atentar aos sinais que o seu corpo emite. “Os serviços de emergência são a primeira escolha em situações que exigem uma avaliação rápida ou que envolvam risco de vida, como sangramentos ou fraturas nasais, febre alta e mal-estar, tonturas intensas, objetos estranhos colocados em nariz e garganta”, alerta a especialista. Em alguns hospitais já é possível encontrar um pronto-atendimento otorrinolaringológico, onde é possível realizar essas avaliações, mas caso a unidade não tenha, um clínico geral pode realizar o atendimento imediato.  

    Para situações de menor gravidade, quando os sintomas não causam grandes incômodos, a orientação é agendar uma avaliação com o otorrinolaringologista o quanto antes. “No consultório, o otorrino tem aparelhos especializados para avaliação dos ouvidos, nariz e garganta. Além disso, é possível realizar um exame simples e muito útil chamado de videonasolaringoscopia, em que uma microcâmera é inserida pelo nariz e permite avaliar todas as estruturas da via aérea, como seios da face, adenoide, faringe, laringe, pregas vocais. Esse exame é rápido e não requer jejum nem anestesia, podendo também ser feito em crianças”, finaliza a médica.

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