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    Infecções e quedas na imunidade podem ser gatilhos para calvície?

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    Existem diversos motivos por trás da queda intensa de cabelo. Um dos mais comuns é a alopecia androgenética, a calvície. Trata-se de uma doença geneticamente determinada, associada aos níveis de testosterona no corpo, que provoca o afinamento progressivo dos fios. Será que infecções e quedas na imunidade funcionam como gatilhos para a calvície? Descubra!

    Baixa imunidade pode facilitar queda de cabelo


    Muitas situações podem levar à calvície, seja ela temporária ou permanente. Doenças infecciosas como a sífilis, autoimunes como o lúpus eritematoso e infecções em outras partes do corpo podem causar mudanças no sistema imunológico capazes de aumentar a queda capilar”, informa o dermatologista Osmar Catharin.

    O médico explica ainda que os hábitos de vida de uma pessoa também podem ser gatilhos para calvície, uma vez que esses fatores afetam diretamente a imunidade do corpo. “Para evitar problemas de infecções e queda na imunidade, é recomendado manter uma alimentação balanceada, controlar o estresse e procurar um dermatologista assim que os surgirem os sintomas”, recomenda o especialista.

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    O estresse e a ansiedade se tornaram
    problemas frequentes durante o período de isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus. Diversos estudos científicos demonstraram que esses fatores podem causar uma queda na imunidade e favorecer o aparecimento de doenças. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), infecções, dietas nutricionalmente insuficientes e o estresse podem contribuir para a perda de cabelo em decorrência de um quadro chamado eflúvio telógeno. 

    O eflúvio telógeno é outro tipo de queda de cabelo. É uma condição autolimitada, com duração de dois a quatro meses, mas, em casos com outra doença associada, como a alopecia androgenética, pode ser mais grave. O tratamento varia e pode incluir o uso de medicações estimuladoras de crescimento capilar e também a suplementação de ferro e vitaminas. Vale lembrar que é fundamental buscar a ajuda médica para avaliar o quadro e começar o tratamento de recuperação. 

     

    Dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD): https://www.sbd.org.br/dermatologia/cabelo/doencas-e-problemas/efluvio-telogeno/56/

     

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