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Infarto: como agem os remédios na recuperação? Quais são os benefícios?

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A ocorrência de um infarto compromete a integridade do coração, podendo resultar até mesmo na morte desse músculo tão importante. Se você já teve um infarto, é fundamental seguir um tratamento adequado para evitar um novo episódio e recuperar as funções comprometidas. O uso de medicação é essencial nesse processo.   

Remédios que recuperam efeitos do infarto contribuem para que sangue chegue ao coração


“Os medicamentos específicos para tratar quem já teve uma experiência de infarto promovem uma redução no desgaste do músculo cardíaco, por redução da frequência cardíaca e melhora do aporte sanguíneo”, afirma o cardiologista Rafael Costa. Entre esses medicamentos, há os que impedem a formação de coágulos no sangue e, consequentemente a
obstrução de vasos que alimentam o coração.

O uso dos medicamentos após o infarto tem como finalidade estabilizar a função do coração, reduzir  o estresse sobre o músculo cardíaco e controlar os fatores de risco, como hipertensão arterialdiabetes mellitus, aumento de colesterol e tabagismo. Com o controle adequado,  além da recuperação do músculo cardíaco que foi afetado e da consequente melhora da sua função, também se objetiva a prevenção de novos episódios de infarto.

Cirurgia pode ser necessária na recuperação de um infarto


É interessante que o médico avalie a necessidade de receitar remédios que controlem também outras doenças relacionadas, como hipertensão e diabetes, além do colesterol. Vale ressaltar a importância do paciente ter consciência de que a utilização do medicamento deve ser feita exatamente conforme as orientações médicas e que, provavelmente, será para a vida inteira,
para evitar que um novo episódio de infarto ocorra.  
Apesar dos medicamentos serem essenciais no tratamento do infarto, nem sempre eles são o suficiente para restabelecer a passagem de sangue para o coração. Às vezes é preciso recorrer a procedimentos cirúrgicos. “Existem situações em que a cirurgia de revascularização miocárdica e a angioplastia se fazem necessárias”, completa.
Foto: Shutterstock

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