search
Título

Gravidez: fumo passivo também traz riscos para o feto?

Uncategorized

Por

Ao longo da gravidez, as gestantes precisam adotar uma série de cuidados com o corpo, como manter o peso e se alimentar bem, para garantir que o bebê nasça saudável e, claro, para preservar sua própria saúde. Outro cuidado importante é evitar o consumo de cigarros e o fumo passivo, ou seja, a inspiração de fumaça produzida por outra pessoa, já que o cigarro tem substâncias que geram riscos à gestação e ao feto.

Fumo passivo aumenta risco de parto prematuro


“A nicotina, principal substância ativa do tabaco, é capaz de reduzir o fluxo de sangue em todas as artérias do corpo, incluindo o fluxo sanguíneo na placenta, o órgão que transfere oxigênio e nutrientes para o bebê”, afirma o ginecologista e obstetra Thiago de Lima Nishiyama. Por isso, bebês de mães fumantes nascem, em média, com 200 gramas a menos no peso.

O fumo passivo não fica atrás nos riscos à saúde do feto, por causa das outras substâncias tóxicas presentes no cigarro. “Estudos comparando gestantes expostas e não expostas ao fumo passivo demonstraram que o fumo passivo reduz o peso dos bebês ao nascer, diminui o peso da placenta e aumenta a chance de parto prematuro”, relata o especialista.

Criança exposta ao cigarro na gravidez pode ter problemas neurológicos


Os problemas não param por aí. O cigarro está relacionado a problemas na placenta, que podem gerar complicações sérias tanto para a mãe, quanto para o bebê. 

O desenvolvimento neurológico da criança também fica comprometido e se torna mais suscetível a comportamentos agressivos e déficit de atenção por causa do fumo passivo, cujos riscos dependem da dose de exposição ao cigarro. Para eliminar qualquer risco, o ideal é que nem a gestante nem as pessoas que vivem ao seu redor fumem, evitando principalmente estar com fumantes em ambientes fechados.

 

Foto: Shutterstock

Newsletter
Compartilhamento

Posts relacionados

Converse com um dos nossos atendentes