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    De que forma o sedentarismo contribui para a hipertensão?

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    O sedentarismo é um dos principais fatores de risco para a hipertensão. Um estilo de vida sedentário provoca alterações vasculares, cardíacas e metabólicas que aumentam o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Para se prevenir, é importante procurar uma atividade física prazerosa para praticar, especialmente quem já tem chances de ter pressão alta devido a outros fatores, como alcoolismo e tabagismo.

     

    Sedentarismo piora colesterol e aumenta pressão arterial

     

    “Pessoas sedentárias têm, em geral, um perfil pior de colesterol, níveis aumentados de resistência à ação da insulina e maior chance de desenvolver diabetes e obesidade. Desta maneira, mesmo que de forma indireta, isso poderia contribuir para o aumento da pressão arterial”, afirma o cardiologista Cassian Rodrigues Belettini.
    O estilo de vida sedentário é tão ruim para saúde que cerca de 10% das mortes precoces são atribuíveis à inatividade física, segundo o médico. Ele explica ainda que não existe uma prescrição única de atividades que sejam ideais para todas as pessoas, por causa da grande variabilidade de estilo de vida, preferências individuais e até mesmo aptidão física. O importante é não ficar parado e fazer os exercícios com cuidado.

     

    Caminhar e andar de bicicleta ajudam a reduzir a pressão arterial

     

    “Em linhas gerais, sabe-se que com 30 minutos por dia de caminhada ou 75 minutos de corrida por semana, já há redução na incidência de doenças cardiovasculares”, destaca o especialista. No entanto, antes de iniciar os exercícios, é necessário passar por avaliação de risco cardiovascular, principalmente aqueles pacientes que já têm doenças cardiovasculares ou que estão sob risco moderado ou alto de desenvolvê-las.
    “Encontrar uma modalidade adequada às limitações e preferências de cada um, manter um plano de exercícios com reavaliações intermitentes e ter cuidado para reduzir o risco de lesões são fundamentais para manter a aderência do paciente no longo prazo”, orienta a profissional de Educação Física Luiza Savi Mondo Belettini, que recomenda caminhada, corrida, ciclismo, natação, musculação, treinamento funcional e treino intervalado de alta intensidade como opções de atividades.
    Luiza Savi Mondo Belettini é profissional de Educação Física graduada pela Universidade Federal de Santa Catarina. CREF 14017-G/SC
    Foto: Shutterstock

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