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    Como preservar a imunidade dos pequenos no período de volta às aulas?

    Cuidados e Bem-estar
    Saúde Infantil

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    O período de volta às aulas é sempre preocupante para os pais de crianças, pois o contato com os coleguinhas se apresenta como um obstáculo à imunidade dos pequenos. É bastante comum os alunos apresentarem quadros infecciosos no retorno às aulas, principalmente virais, o que exige dos pais muita atenção e cuidados.  

    Rotina de hábitos saudáveis é fundamental


    Como a imunidade dos pequenos ainda está em desenvolvimento (sistema imune imaturo), as infecções costumam ser frequentes, ainda mais com o contato diário com outras crianças. Sendo assim, não é possível se prevenir completamente. A probabilidade de contrair algum vírus ou bactéria na volta às aulas é bem grande. Porém, se os pais reforçarem bastante o sistema imunológico de seus filhos com alguns hábitos saudáveis, é possível diminuir os riscos.

    O que os pais podem e devem fazer é manter uma rotina saudável para seus filhos em todos os momentos, seja nas férias ou no período letivo. Dessa forma, a imunidade deles estará constantemente amparada e, consequentemente, haverá menor risco de sofrerem com doenças infecciosas de repetição, que se aproveitam da imunidade frágil.

    Dicas para os pais reforçarem a imunidade de seus filhos


    “É fundamental que os pais coloquem seus filhos para praticar atividade física, proporcionem a eles brincadeiras ao ar livre e tudo mais que ajudar a manter uma qualidade de vida saudável em vários setores da vida: social, espiritual, alimentar, escolar, relacionamento parental, etc. Essa é a principal dica para
    manter uma boa competência do sistema imunológico”, explica a alergista e imunologista Cláudia Lobo Cesar.

    Ainda segundo a especialista, é muito importante que os pais estejam constantemente atentos para qualquer tipo de dificuldade que seus filhos apresentem nesse contexto (dificuldade para manter uma alimentação saudável ou para ter um sono adequado, por exemplo). “É essencial conversar com o pediatra para ver se há necessidade de encaminhamento para nutricionista, nutrólogo, psicólogo e outras especialidades que possam dar conta do problema em questão”, finaliza a médica. 

     

    Foto: Shutterstock

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