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    Alzheimer – Mitos e verdades sobre um problema que não acomete apenas a terceira idade

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    A doença de Alzheimer (ou como era conhecida no passado, mal de Alzheimer) é um problema de saúde muito comum na terceira idade. Segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, dos 29 milhões de brasileiros com mais de 60 anos, estima-se que 2 milhões tenham algum tipo de demência e que, dentro desse número, de 40% a 60% dos casos sejam de Alzheimer. Por isso, é muito importante se informar sobre os sintomas e entender os mitos e verdades sobre o Alzheimer. A geriatra Thaísa Motta esclareceu os principais mitos para o Cuidados Pela Vida. Confira!

    Mitos e verdades sobre Alzheimer

    Conheça os principais mitos e verdades sobre a doença de Alzheimer

    Toda demência é Alzheimer?

    Mito! A Dra. Thaísa explica que a demência é um termo que engloba várias doenças e que, na verdade, ela é apenas o começo da investigação clínica. “Demência é um diagnóstico sindrômico, sempre é necessário avaliar qual o tipo de demência. A demência de Alzheimer é o tipo mais comum, porém existem diversas outras, como demência Vascular, demência de Lewy”, afirma a médica.

    A depressão é uma característica do Alzheimer?

    Verdade. A geriatra explica que a depressão é um dos sintomas de Alzheimer, podendo preceder ou até mesmo estar associada à demência. “Em alguns casos, a depressão pode anteceder a doença de Alzheimer. Desta forma, é fundamental o acompanhamento cognitivo do idoso durante o tratamento da depressão”, explica a especialista. 

    Só os idosos têm Alzheimer?

    Mito. O Alzheimer precoce existe, embora não seja tão comentado. “Apesar de ser mais comum nas faixas etárias mais longevas, existe a doença de Alzheimer pré-senil, que ocorre antes dos 65 anos, na qual existe um componente genético importante”, diz Dra. Thaísa. 

    Além de remédios, a alimentação e atividade física ajudam no tratamento do Alzheimer?

    Verdade. “Existe o tratamento farmacológico e não farmacológico, sendo que este último consiste em atividade física regular, alimentação balanceada, cessar tabagismo, controle de hipertensão arterial, diabetes e dislipidemia (colesterol alto), além de acompanhamento multiprofissional, com terapia ocupacional, fisioterapia e fonoaudiologia sempre que necessário”, comenta a geriatra.

     Quem tem Alzheimer também tem agitação?

    Mito. Nem sempre quem é portador do Alzheimer vai manifestar esse sintoma que, aliás, pode não ter nada a ver com a doença. “A agitação, principalmente em quadros agudos, deve sempre ser investigada, pois pode ser secundária a quadros infecciosos, desidratação, constipação intestinal, dor, entre outros”, finaliza a Dra. Thaísa. 

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