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    Além do colágeno, que outras substâncias são importantes para as articulações?

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    Por mais que o colágeno seja muito associado à saúde das articulações, ele não é a única substância importante nesse sentido. Existem, por exemplo, outros elementos que compõem a cartilagem, auxiliando no seu fortalecimento e impedindo possíveis complicações aos ossos. Nutrientes como o cálcio e a vitamina D também são personagens cruciais para a saúde articular.

    Principais substâncias para a saúde das articulações


    Dentre os elementos que também compõem a cartilagem, pode-se citar os condrócitos e os condroblastos. A falta deles, assim como do colágeno, implicaria na fragilização da cartilagem, o que comprometeria os ossos. É importante destacar também o líquido sinovial, cuja função é ajudar a lubrificar as articulações, permitindo que os movimentos sejam realizados de forma fluida e indolor.  

    Já o cálcio e a vitamina D são os nutrientes mais relevantes para a manutenção da boa saúde osteoarticular no geral. O cálcio atua diretamente no fortalecimento dos ossos, enquanto a vitamina D funciona facilitando a absorção do cálcio pelo organismo. Ambos são encontrados por meio da alimentação e suplementação, mas a vitamina D também deve ser obtida pela exposição solar.   

    Importância do colágeno


    No
    caso específico do colágeno, que é o protagonista quando o assunto são as articulações, a sua falta no organismo acarreta em complicações para todas as demais “engrenagens” do sistema – o que também vale para as outras substâncias citadas. A cartilagem fica mais frágil e começa a se deteriorar, o que, por consequência, coloca os ossos e articulações em risco.
    “O colágeno faz parte da cartilagem articular. Ele permite reduzir o atrito entre os ossos, evitando o desgaste das articulações, que poderia resultar no desenvolvimento de doenças como a osteoartrite”, afirma a reumatologista Regina Von Kirchenheim. “Vale ressaltar que o colágeno é uma proteína produzida naturalmente pelo organismo desde o nascimento, mas sua produção é reduzida a partir dos 30 anos de idade. Por isso, é importante sempre buscá-lo em outras fontes (ex: alimentação e suplementos)”, orienta a médica.

     

    Foto: Shutterstock

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