Por que a volta às aulas aumenta o risco de infecções respiratórias, que causam dor de garganta?


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A volta às aulas é um período em que os pais devem estar bem atentos, pois é quando costuma ocorrer o aumento do risco de infecções respiratórias nos alunos. Após um período afastadas do contato dos colegas, as crianças passam a estar expostas a toda a sorte de vírus e bactérias. Como a imunidade dos pequenos ainda está em processo de formação,  eles ficam vulneráveis à ação desses agentes que causam, entre outros sintomas, dor de garganta.

 

Doenças que surgem na volta às aulas e relação com a imunidade

 


As infecções e alergias que acometem as crianças na volta às aulas normalmente resultam em quadros ligados ao aparelho respiratório, como resfriados, gripes, rinites, bronquites e amigdalites. Por isso a
dor de garganta acaba sendo um dos sintomas mais relevantes neste contexto. O risco de contrair vírus e bactérias que causam essas doenças também está ligado ao fato das crianças passarem muito tempo juntas em locais fechados.

A volta às aulas aumenta o risco de infecções respiratórias e de garganta pela intensa troca de diferentes vírus e bactérias entre os alunos, que não estão com seu sistema imunológico pronto para se defenderem contra estes diferentes patógenos que cada pessoa carrega consigo e que o outro colega pode não estar acostumado”, aponta o otorrinolaringologista Fabiano Haddad.

 

Cuidados para evitar infecções respiratórias e tratamento

 


Segundo o médico, isso faz parte da
formação do sistema imune, então não há muito o que os pais possam fazer para que seus filhos não contraiam essas infecções. “Para termos maior resistência, o que se pode fazer é apostar em uma boa alimentação, boa hidratação, além do bom senso de não levar os filhos que estão com doenças respiratórias mais grave para escola, expondo, assim, os colegas ao contágio”, afirma.

Ainda conforme o especialista, essas infecções devem ser tratadas, na maioria das vezes, com antitérmicos e antiinflamatórios. “Dependendo do caso, é possível que o tratamento tenha que ser administrado com antibióticos e anti tussígenos (xarope contra a tosse), além de outros remédios mais específicos”, completa Haddad.

 

Dr. Fabiano Haddad Brandão é otorrinolaringologista formado pela Universidade Santo Amaro e Mestre em Otorrinolaringologia pela Faculdade de Ciências médicas da Santa Casa de São Paulo. CRM: 104534

Foto: Shutterstock

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