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    Você sabia que é fundamental seguir o tratamento prescrito para a endometriose à risca?

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    Quando um tratamento médico não é feito da maneira correta, há grandes possibilidades da doença piorar. É assim com diversos problemas de saúde, incluindo a endometriose, doença que provoca o crescimento do endométrio para fora do útero e pode deixar a mulher infértil. Veja quais os riscos você corre ao não seguir a prescrição do seu especialista.

     

    Sem tratamento, dor causada pela endometriose pode piorar

     


    “A endometriose não tratada pode evoluir de uma
    cólica menstrual moderada para uma dor pélvica constante e de forte intensidade, dor intensa durante a penetração na relação sexual e até infertilidade”, explica o ginecologista e obstetra Alexandre Brandão Sé. A doença também pode afetar outras áreas do corpo, como intestino, bexiga e ureteres, causando complicações.

    Uma parcela das pacientes é aconselhada a utilizar medicamentos anticoncepcionais como parte do tratamento. É importante que você siga essa instrução do seu médico já que a ação do medicamento ajuda a controlar a dor e a evolução da endometriose. “A paciente com cólicas menstruais intensas não deve parar o uso do anticoncepcional, mesmo que ela não tenha relação sexual. Essa é uma prática comum entre as pacientes que não foram bem orientadas ou não entenderam o motivo do uso da medicação”, diz o profissional.

     

    Infertilidade afeta mulheres que não tratam endometriose adequadamente

     


    A rigidez no seu tratamento é uma medida importante para prevenir outra possível complicação da doença: a infertilidade, que atinge cerca de 40% das pacientes. Casos graves de endometriose podem danificar as tubas uterinas e piorar a qualidade dos óvulos, mas associando o diagnóstico precoce ao tratamento adequado, há grandes chances de você
    se ver livre deste problema.  

    Para algumas mulheres, a melhor opção é o tratamento cirúrgico. “A cirurgia é de alta complexidade e, caso não seja feita a retirada de toda a lesão, os sintomas retornarão. A cirurgia quando indicada deve ser realizada por laparoscopia e ressecar, se possível, a totalidade das lesões identificadas”, explica Doutor Sé. Dependendo da extensão da doença, a retirada da lesão requer ressecção também de partes dos órgãos acometidos.

    Foto: JESHOOTs.com

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