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    Paulistana sofria com dores de cabeça causadas pela síndrome do pânico

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    A síndrome do pânico é um tipo específico de transtorno de ansiedade que afeta cerca de 4% da população brasileira (em torno de 8 milhões de pessoas). O quadro se caracteriza por episódios repentinos de medo intenso sem motivação alguma, com sensação de descontrole e desespero, além de sintomas físicos, como tontura, coração acelerado, fraqueza, respiração ofegante e tremores.   

     

    Imprevisibilidade das crises da síndrome do pânico é o que mais assusta os pacientes

     


    Esses sintomas todos foram sentidos pela doméstica Maria Josefa P. S. M., 41 anos, que vive em São Paulo (SP). Desde que começou a ter esses episódios, buscou ajuda profissional e foi diagnosticada a síndrome. Ela também sofria com
    fortes dores de cabeça, um dos sintomas comuns ao quadro. Por isso a médica que a acompanhava recomendou um mesmo medicamento para tratar ambas as queixas.
    Maria conta que se sentia realmente assustada constantemente, pois os episódios ocorriam do nada, em qualquer lugar. “Em um momento eu estava bem e de repente passava a me sentir muito mal, nervosa. Minhas mãos ficavam que nem gelo. Sentia tontura, náuseas, era bem ruim”. De acordo com a psiquiatra Luciana Staut, a imprevisibilidade das crises da síndrome do pânico é uma das características que mais assusta os pacientes. “O fato de não conseguir prever ou se antecipar à crise é o que mais os apavora”, afirma a especialista.

     

    Remédio e boa relação com médico são trunfos do tratamento

     


    O remédio acabou ajudando bastante a doméstica, tanto com as dores de cabeça, quanto com o transtorno em si. “Estou há meses sem sentir dor. Diria que melhorei 90%. Também nunca mais senti
    os demais sintomas da síndrome, graças a Deus. Depois que iniciei o tratamento com remédio, há cerca de dois anos e meio, não voltei a me sentir mais daquele jeito”, afirma a dona de casa.
    A relação desenvolvida com a médica que iniciou seu tratamento também foi destacada por Maria. “Tinha uma ótima relação com a minha médica. Ela é uma excelente profissional, me orientava e me deixava segura com o tratamento. É uma pena que ela recentemente se mudou para estudar. Quando voltar a uma consulta, terei que procurar outro médico”, completa.

     

    Dra. Luciana Cristina Gulelmo Staut é psiquiatra, formada pela Universidade Federal de Mato Grosso, membro da Sociedade Brasileira de Psiquiatria e atende em Cuiabá (MT). CRM-MT: 6734

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