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    No Dia da Nutrição, conheça 6 tipos de dietas

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    A nutrição é um aspecto essencial em nossas vidas que pode causar um impacto gigantesco na saúde e bem-estar. Ela possui um papel fundamental na regulação de nossos níveis de energia, humor e saúde física em geral. Por esse motivo, cada vez mais pessoas têm adotado dietas que procuram alcançar objetivos específicos de saúde, sejam eles perda de peso, mitigação de doenças crônicas ou apenas a adoção de um estilo de vida mais saudável.

    Em homenagem ao Dia da Nutrição (31 de Março), entrevistamos o Dr. Hugo Gatto, médico pós-graduando em nutrologia, e a nutricionista Andreia Soares. Juntos, eles explicaram e tiraram dúvidas de 6 dietas que vem ganhando muito destaque na mídia. Acompanhe!

    1. Dieta Low Carb é uma opção para quem deseja emagrecer


    Você sabe o que é dieta Low Carb? Como o nome em inglês sugere, ela procura reduzir o consumo de carboidratos na alimentação. Mas vai além disso! A dieta também envolve o consumo de proteínas e gorduras saudáveis, sendo perfeita para emagrecer e controlar doenças crônicas, como diabetes. No entanto, o Dr. Hugo alerta: “Atletas profissionais e pessoas que praticam atividades físicas com alta demanda energética devem continuar consumindo carboidratos em quantidade suficiente para não reduzir seu nível de rendimento”.

    2. Dieta DASH, boa para problemas no coração


    A dieta DASH é um plano alimentar que foi desenvolvido para ajudar a baixar a pressão arterial e reduzir o risco de doenças cardiovasculares. A sigla DASH significa “Abordagem Dietética para Parar a
    Hipertensão” (em inglês) e prioriza o consumo de alimentos ricos em nutrientes como frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas magras e laticínios com baixo teor de gordura. Além disso, a dieta DASH incentiva a redução do consumo de alimentos ricos em gordura saturada, colesterol e sódio como carne vermelha.

    3. A dieta Paleolítica deve ser bem planejada


    A dieta Paleolítica surge da vontade de eliminar alimentos ultraprocessados da alimentação cotidiana. Ela enfatiza o consumo de alimentos como carnes, frutas, vegetais e oleaginosas, e elimina ingredientes processados, óleos refinados, laticínios e leguminosas. Ela pode ser uma boa dieta para perder a barriga e reduzir inflamações. “É indicada para pessoas que desejam melhorar a saúde geral e eliminar alimentos processados da dieta, mas pode trazer riscos nutricionais se não for bem planejada”, ressalta o doutor Hugo.

    4. A dieta cetogênica dá prioridade às gorduras saudáveis


    A nutricionista Andreia Soares explica que a dieta cetogênica, ou dieta keto, é uma abordagem alimentar que tem como objetivo promover a perda de peso e reduzir a inflamação do corpo. “Ela envolve a redução da
    ingestão de carboidratos e proteínas na alimentação, enquanto aumenta o consumo de gorduras saudáveis, com foco em alimentos naturais e integrais para garantir uma maior ingestão de nutrientes, minerais e fibras”, detalhou. Embora o consumo moderado de carboidratos de boa qualidade possa ser permitido, é importante não exagerar na quantidade consumida.

    5. A dieta Dukan é ótima para o ganho de massa muscular

     

    A dieta Dukan é uma estratégia alimentar que foca no consumo de quantidades mais elevadas de proteína e fibras. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de suplementos para alcançar a quantidade diária recomendada de proteína. Essa dieta é especialmente popular entre atletas e fisiculturistas, já que pode ajudar na redução da gordura corporal e no aumento da massa muscular, especialmente antes de competições. É importante beber bastante água ao seguir essa dieta, pois isso ajuda na função das fibras, que são cruciais para o bom funcionamento intestinal.

    6. A dieta Mediterrânea


    A dieta mediterrânea é centrada em alimentos naturais, provenientes da terra, onde se valoriza o consumo de alimentos orgânicos. Essa abordagem alimentar é excelente para pessoas que têm ou querem prevenir problemas cardiovasculares, diabetes e outras doenças degenerativas. A dieta mediterrânea é composta por
    alimentos como frutas, legumes, ovos, tubérculos, oleaginosas e laticínios (como leite e coalhada), sendo que a escolha dos alimentos pode variar dependendo da região, sempre preferindo os alimentos da cultura local.

    É importante lembrar que todas essas estratégias alimentares devem ser adotadas apenas sob a prescrição e supervisão de um nutricionista. A exclusão ou diminuição drástica de grupos alimentares importantes pode representar riscos à saúde a longo prazo, portanto, essas abordagens são mais indicadas para situações pontuais e específicas. É essencial ter cuidado para evitar possíveis efeitos negativos e garantir que a dieta seja equilibrada e saudável.

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