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    Ar muito úmido ou muito seco: Qual é pior para o asmático?

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    O paciente asmático tende a sofrer mais com o ar seco do que com o úmido. Típico dos períodos frios do ano, o ar seco funciona como entrave para o sistema respiratório, complicando ainda mais a vida de quem tem asma ou outra doença similar, como a DPOC. Não por acaso, aparelhos umidificadores são muito indicados no inverno, especialmente no caso dos pacientes citados.

    Efeitos do ar seco em pacientes asmáticos


    “Segundo a Organização Mundial da Saúde, a umidade do ar entre 50% e 60% é considerada ideal. Abaixo de 30% nos deixa em estado de atenção, e quando inferior a 20% é decretado estado de alerta. A
    alta concentração dos poluentes nos centros urbanos associada ao ar mais frio e seco do inverno leva à irritação e inflamação das mucosas respiratórias, o que afeta, especialmente, as pessoas já portadoras de doenças respiratórias crônicas, como asma e DPOC”, informa o pneumologista Mauro Gomes.
    Segundo o especialista, esses pacientes têm maior tendência a apresentar crises de falta de ar nesse período. Além disso, mesmo quem não possui problemas respiratórios sofre mais na atual época do ano. “Irritação nos olhos, nariz e garganta; sensação de coceira e olhos vermelhos e lacrimejando são mais frequentes no outono-inverno em todas as pessoas, devido aos fatores antes mencionados”, afirma o médico.

    Prevenção e tratamento contra fatores de risco das crises de asma


    Manter o ambiente doméstico e de trabalho sempre limpo e ventilado é uma medida indispensável para diminuir as chances de sofrer com o
    ar seco durante os meses mais frios e secos do ano. Usar umidificadores também é importante, mas é preciso ter cuidado com esses aparelhos. “Quando usados de modo excessivo, os umidificadores aumentam muito a umidade dentro de casa, o que favorece a proliferação de ácaros e fungos. Isso agrava as alergias associadas à asma”, explica o profissional. 
    Além de adotar tais medidas, o paciente asmático não pode deixar de seguir com seu tratamento específico contra asma, o qual envolve, principalmente, uso de medicamento, mas também outras medidas, como prática de atividade física (natação é um bom exemplo). Como a asma é uma doença crônica, sem cura, o tratamento deve ser contínuo, por toda a vida. 

     

    Foto: Shutterstock

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