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    Quando um médico pode prescrever um antipsicótico?

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    Os antipsicóticos são normalmente receitados para tratar psicoses, assim como sugere o nome. O exemplo mais comum é a esquizofrenia, mas esse não é o único transtorno que pode ser controlado por essa classe de remédios. Inclusive, os antipsicóticos podem ser usados no tratamento de transtornos mentais que não sejam psicoses.

    Uso dos antipsicóticos em diferentes transtornos mentais


    Os antipsicóticos são indicados para vários transtornos mentais e não apenas esquizofrenia e transtornos psicóticos”, afirma a psiquiatra Erika Mendonça. “As principais indicações desses medicamentos, além da esquizofrenia, são o transtorno afetivo bipolar, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), transtornos de personalidade e autismo infantil”.

    Ação dos antipsicóticos em diferentes transtornos mentais


    As substâncias que compõem os remédios antipsicóticos que podem ser receitados para você são capazes de alterar a organização da neurotransmissão cerebral, tendo como
    função mais destacada o bloqueio da dopamina. Esse neurotransmissor tem forte relação com quadros psicóticos, tendo em vista que, quando se faz presente em excesso no seu cérebro, provoca os sintomas das doenças tidas como psicóticas.
    No transtorno bipolar os antipsicóticos agem como estabilizadores de humor, enquanto em outros quadros, como autismo e demência, agem no controle de sintomas específicos, como irritabilidade, agressividade e instabilidade. Para definir com segurança em quais situações o uso dos antipsicóticos é mais adequado, você deve sempre buscar a indicação de um especialista.

    Principais sintomas psicóticos


    Se você sofre de algum transtorno psicótico, deve ficar atento aos sintomas para saber quando procurar um médico em busca do melhor tratamento. Alteração importante de comportamento, passando a agir de forma antissocial; pensamentos confusos e ações condizentes, com destaque para as alucinações e delírios (ouvir vozes, ver coisas que ninguém mais vê); e
    não conseguir distinguir isso tudo da realidade, apontam para um quadro psicótico.
    Dra. Erika Mendonça de Morais é psiquiatra formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e atua em São Paulo. CRM-SP: 124933
    Foto: Shutterstock

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