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    Psoríase: É possível se prevenir dessa doença de pele?

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    A psoríase é uma doença inflamatória crônica da pele causada e agravada por diversos fatores. Para preveni-la, é necessário evitar tudo aquilo que a desencadeia. Mudanças bruscas de temperatura, uso de drogas e alcoolismo são alguns exemplos. Portanto, a adoção de um estilo de vida saudável é essencial nesse sentido, pois diminui os riscos de aparecimento da doença.   

     

    Prevenindo a psoríase e cuidados com os riscos da doença

     


    “Além de evitar as drogas e o consumo em excesso de álcool, é fundamental cuidar das infecções, controlar obesidade, sedentarismo e estresse (com exercícios físicos e dieta balanceada). É importante ainda manter a pele sempre hidratada, já que a pele seca também aumenta a propensão à doença”, recomenda o dermatologista Samuel Henrique Mandelbaum.

    O médico explica também que, nos últimos dez anos, ficou comprovado que a psoríase moderada e grave aumenta os riscos de outras doenças, tais como hipertensão arterial, acidentes vasculares cerebrais e diabetes. Isso apenas reforça a necessidade em se adotar um estilo de vida mais saudável. “Quem tem casos de psoríase na família precisa redobrar os cuidados”, alerta.

     

    Sinais e tratamento da psoríase

     


    A psoríase se manifesta na pele, couro cabeludo, unhas e também nas articulações. Na pele aparecem manchas vermelhas e uma descamação geralmente esbranquiçada e brilhante. Os locais mais acometidos são os cotovelos, joelhos, palmas das mãos e plantas dos pés. As lesões podem ser pequenas, em forma de gotas, ou grandes, em forma de placas.

    O tratamento da psoríase depende do estágio da doença. Quanto mais cedo for iniciado, maior a chance de controle e menor o risco de complicações. “Inicialmente podem ser usadas pomadas e cremes para passar nas lesões. Casos graves se beneficiam com o uso dos medicamentos imunobiológicos, aplicados por via injetável. A psoríase provoca uma grande diminuição da qualidade de vida dos pacientes, então é muito importante descobrir a doença no início e tratar adequadamente”, conclui Mandelbaum.

    Foto: Shutterstock

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