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    Por que o tratamento da asma é beneficiado pelo uso de medicamentos via inalatória?

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    A asma é caracterizada pela inflamação dos brônquios, o que causa o estreitamento desses canais que levam ar para os pulmões. Segundo o Ministério da Saúde, a doença respiratória crônica atinge cerca de 6 milhões de brasileiros e é responsável por mais de 100 mil internações no SUS. Para controlar seus sintomas, que envolvem falta de ar, chiado no peito e crises de tosse, é comum o uso da bombinha entre os portadores de doença. Será que essas medicações inalatórias realmente geram benefícios para o tratamento da asma? Confira!

    Tratamento da asma com medicamentos inalatórios age mais rápido

    Uma crise asmática requer rapidez, já que o quadro pode gerar sérias complicações clínicas. Desse modo, as bombinhas são grandes aliadas dos pacientes porque possibilitam um controle mais rápido dos sintomas. “Os medicamentos inalatórios, muitas vezes, chamados de bombinhas, são dispositivos que levam o medicamento diretamente ao pulmão, podendo assim ser utilizados em doses muito inferiores aos medicamentos orais, com maior rapidez de ação e menos efeitos colaterais”, explica o pneumologista Ciro Kirchenchtejn.

    O objetivo do tratamento da asma é melhorar o funcionamento dos pulmões e controlar os sintomas da doença por meio dos medicamentos chamados de controladores, com ação anti-inflamatória, associados aos medicamentos de alívio, com efeito broncodilatador. Os medicamentos inalatórios atuam principalmente durante os surtos, que surgem quando o paciente entra em contato com agentes externos irritantes.

    Principais fatores que desencadeiam crises de asma


    Esses fatores que levam às crises de asma são chamados de gatilhos e causam uma irritação nos brônquios. Essas estruturas se contraem, impossibilitando a passagem de ar. “Os surtos de asma podem ser desencadeados por fatores alérgicos e não alérgicos. Alguns exemplos são mofo, poeira, fumaça de cigarro, pólen, pelo de animais, mudanças de clima e estresse emocional”, cita o médico.

    Além de evitar ao máximo a exposição aos fatores desencadeantes e usar os medicamentos indicados, algumas medidas podem ser incorporadas ao dia a dia para melhorar a qualidade de vida de quem sofre com a asma. Não fumar, ingerir a quantidade recomendada de água para facilitar a expectoração, evitar alimentos alergênicos e fazer exercícios respiratórios, como ioga e natação, são alguns exemplos.


    Dados do Ministério da Saúde:
    http://www.blog.saude.gov.br/index.php/35040-asma-atinge-6-4-milhoes-de-brasileiros

    Foto: Shutterstock

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