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    Obesidade e hipertensão: A perda de peso pode ajudar a reduzir a pressão?

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    Caracterizada pela elevação da pressão dos vasos sanguíneos, a hipertensão arterial pode ser agravada por diversos fatores, dentre eles a obesidade. Isso porque indivíduos considerados obesos se alimentam com excesso de carboidratos, gorduras e sal, além de não praticarem exercícios físicos. Tudo isso vai em absoluto desencontro com o que se recomenda para evitar um quadro de pressão alta.

    Alimentação ruim pode resultar em obesidade e hipertensão  

    “A obesidade está diretamente relacionada à ingestão inadequada de alimentos ricos em calorias, como excesso de carboidratos (açúcares), gorduras, sal e também está associada ao sedentarismo, ou seja, à inatividade física. Portanto, um desequilíbrio entre uma ingestão maior e um gasto menor gera uma balança que tende a favor do ganho de peso”, comenta o cardiologista Rubens Mattar Júnior.

    Segundo o médico, uma vez que uma pessoa se torna obesa ela passa a experimentar modificações hormonais, tais como o aumento dos níveis de insulina e a maior retenção de sódio pelos rins. Estes fatores contribuem significativamente para o desenvolvimento da hipertensão arterial.

     

    Alimentos para perder peso e controla a hipertensão:

    Uma dieta balanceada pode ajudar tanto na perda de peso quanto no controle da hipertensão. Aqui estão alguns alimentos que podem ajudar:

    1. Vegetais de folhas verdes: Alimentos como espinafre, couve, acelga são ricos em potássio, o que pode ajudar a diminuir a pressão arterial. Vale mencionar o incrível uso da planta oro-pro-nobis que auxilia na redução de peso.
    2. Bananas: Outra boa fonte de potássio, as bananas são uma opção saudável para regular a pressão arterial e também podem ajudar a controlar os desejos por doces.
    3. Aveia: Rica em fibras solúveis, a aveia pode ajudar na perda de peso e no controle do colesterol, o que pode beneficiar a saúde cardiovascular.
    4. Peixes ricos em ômega-3: Salmão, atum e sardinha são exemplos de peixes ricos em ácidos graxos ômega-3, que podem ajudar a reduzir a pressão arterial e o risco de doenças cardíacas.
    5. Frutas vermelhas: Morangos, framboesas e mirtilos são ricos em antioxidantes e fibras, o que pode ajudar na perda de peso e no controle da pressão arterial.
    6. Nozes e sementes: Amêndoas, nozes, sementes de chia e linhaça são boas fontes de gorduras saudáveis, fibras e proteínas, que podem ajudar a controlar o apetite e melhorar a saúde cardiovascular.
    7. Azeite de oliva: O azeite de oliva extra virgem é rico em ácidos graxos monoinsaturados, que podem ajudar a reduzir a pressão arterial e melhorar os níveis de colesterol.
    8. Leguminosas: Feijões, lentilhas e grão-de-bico são fontes de proteínas vegetais, fibras e minerais como o potássio e o magnésio, que podem ajudar a controlar a pressão arterial e promover a perda de peso.
    9. Abacate: Rico em gorduras saudáveis, fibras e potássio, o abacate pode ajudar a reduzir a pressão arterial e a aumentar a sensação de saciedade.
    10. Canela: Estudos sugerem que a canela pode ajudar a melhorar a sensibilidade à insulina e a reduzir os níveis de açúcar no sangue, o que pode ser benéfico para a perda de peso e o controle da hipertensão.

     

    Importância da perda de peso para diminuir riscos de obesidade e pressão alta

    Sendo assim, entende-se que a adoção de hábitos saudáveis é vital para evitar tanto a obesidade quanto a pressão alta. “Uma alimentação balanceada com menor teor calórico e menos sal, além da prática de atividades físicas, vão promover um equilíbrio entre oferta e consumo necessários​ à manutenção adequada do peso. Isto vai refletir em melhora da tolerância da glicose, do perfil lipídico e do aumento da tolerância ao exercício”.

    Rubens destaca ainda estudos que mostram que a redução de 10kg do peso corporal, mesmo sem restrição de sal dietético, ocasiona redução da pressão arterial. “A perda de peso facilita o controle da pressão e também diminui a atividade plasmática da renina e da aldosterona, fatores estes que, quando aumentados na sua ativação, promovem a hipertensão arterial”.

    Foto: Shutterstock

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