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O que é a fibrilação atrial?

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A fibrilação atrial é uma arritmia cardíaca que faz com que o coração bata de forma irregular, descompassada e muitas vezes acelerada. Geralmente isso provoca má circulação sanguínea, o que, associada a outras alterações, propicia a formação de coágulos no coração, também conhecidos como trombos.

Grande risco da fibrilação atrial é o desenvolvimento de AVC


“A principal complicação desta arritmia é a formação de trombos dentro do coração, os quais podem se soltar, indo para qualquer local do corpo, principalmente para a cabeça,
provocando, assim, um AVC (Acidente Vascular Cerebral)”, informa o cardiologista Rafael Santos Costa.
O AVC provocado pela fibrilação atrial pode ser fatal ou deixar sequelas, como perda de consciência e paralisia. Por isso, perceber os sinais e estar sempre atento à saúde cardiovascular são atitudes muito importantes. A fibrilação atrial pode ser assintomática, mas, em alguns casos, apresenta sintomas como: dispnéia (falta de ar), fadiga, palpitação, tontura e até mesmo síncope (desmaio).

Tratamento da fibrilação atrial


Conforme explica o cardiologista, o tratamento da fibrilação atrial é feito com medicamentos que
controlam a frequência dos batimentos cardíacos e outros que visam regularizar o ritmo. “Contudo, o foco principal é a prevenção de trombos, o que é feito com drogas anticoagulantes”. Estes medicamentos “afinam” o sangue, o que impede a formação dos trombos.  
“Dependendo do caso, podemos ainda lançar mão de drogas para reverter a arritmia ou de outros procedimentos, como a cardioversão elétrica (método no qual o paciente é sedado e recebe um choque no tórax para normalizar o batimento) e a ablação (forma de tratamento invasivo que tem como objetivo parar a arritmia)”.
Foto: Shutterstock

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