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    O estresse pode acelerar o envelhecimento da pele?

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    O estresse pode sim acelerar o envelhecimento da pele, pois tem repercussões comprovadas em diversos órgãos do corpo humano. Segundo a dermatologista Daniela Aidar, o estresse crônico carrega ainda a possibilidade de piorar doenças de pele, como dermatites, psoríase, acne, além da queda de cabelo.
    “Os mecanismos para compreender a relação entre estresse e envelhecimento da pele ainda não foram completamente esclarecidos. O que se sabe é que o problema aumenta a produção de adrenalina, que diminui a circulação sanguínea da pele, a qual se torna menos irrigada e com menor taxa de regeneração, ficando mais opaca e sem brilho”, aponta.

    Efeitos do estresse na pele


    Conforme explica a especialista, as glândulas suprarrenais aumentam a produção de cortisol, o “hormônio do estresse”, que a longo prazo causa maior inflamação da pele e redução da produção de colágeno,
    facilitando rugas finas, manchas e flacidez. “Outra maneira do estresse afetar a pele é aumentando a produção de radicais livres, os quais em grande quantidade atacam as células saudáveis da pele”.
    A condição costuma resultar também no aumento de suor (o que pode levar à desidratação) e do sebo, o qual deixa a pele mais oleosa e vulnerável à acne.  A tensão dos músculos da face, típica de pessoas estressadas, é outro elemento prejudicial à pele, pois causa rugas e aprofunda as que já existem. “Outros fatores que também ajudam a acelerar o envelhecimento da pele: privação de sono, tabagismo, sol excessivo sem proteção solar, abuso de bebidas alcoólicas, má alimentação e sedentarismo”.

    Como evitar o estresse e salvar a sua pele


    A médica destaca a importância de evitar o estresse como forma efetiva de retardar o envelhecimento da pele. “Pessoas saudáveis e não estressadas tem a pele com mais brilho, elasticidade e hidratação”. Evitar totalmente o estresse é quase impossível, mas com uma boa qualidade de vida dá para reduzir consideravelmente seus efeitos negativos.
    Nesse sentido, recomenda-se a combinação de alimentação saudável, aumento da ingestão de líquidos e prática regular de atividade física.  

     

    Foto: Shutterstock

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