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    É possível acabar com a celulite? Que fatores favorecem seu surgimento?

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    Conhecida pelos famosos “furinhos” na pele, a celulite é tão comum que muita gente acredita não ser possível se livrar dela por completo. Mas, será que isso é verdade? Para tirar essa dúvida, a dermatologista Cristiane Simões explicou um pouco sobre como acabar com celulite e citou os métodos mais eficazes. Confira!

    O que é celulite? Porque ela surge?

     

    A celulite é um depósito de gordura localizada, toxinas e água, que cria um aspecto irregular na superfície cutânea e pode surgir por diversos motivos, como explica a dermatologista: “O aparecimento da celulite acontece por múltiplos fatores, como predisposição genética, má alimentação, sedentarismo, flacidez cutânea, alterações circulatórias e hormonais”.

    Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), essa causa ainda não está totalmente esclarecida e é pouco estudada. A entidade também lembra que a obesidade não é fator condicional para a existência da celulite: ela pode surgir independentemente do peso, inclusive em pessoas magras. Ela também tem três níveis: leve, moderada e grave (que pode inclusive configurar a celulite infecciosa).

    Como evitar e acabar com a celulite

     

    De acordo com Dra. Cristiane, é possível evitar a celulite e até mesmo pôr um ponto final nos furinhos com mudanças nos hábitos que a causam. “Certamente há como reduzir consideravelmente essa disfunção corrigindo a alimentação, praticando atividades físicas regularmente, tratando eventuais questões de saúde e até passando por procedimentos estéticos que melhoram a circulação, favorecem a queima de gordura e dão mais firmeza à pele”. 

    Se já estiver instalada, é possível tratar celulite com cosméticos que reduzem o problema, como creme para celulite com colágeno Verisol®. “Além dos cuidados gerais de saúde que já mencionamos, há procedimentos, como radiofrequência, ultrassom microfocado, power shape, endermologia, laser, carboxiterapia e até procedimentos minimamente invasivos cirúrgicos para casos mais severos”, recomenda a especialista. “O ideal é passar por uma avaliação e ouvir a orientação do seu médico”, finaliza a dermatologista. 

     

    Dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD): https://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/doencas-e-problemas/celulite/53/

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