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Aposentada consegue controlar hipertensão seguindo tratamento

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Diversos fatores podem explicar a manifestação de um quadro de hipertensão. Maus hábitos de vida possuem grande influência nesse sentido, tais como tabagismo, alimentação com excesso de gordura e sal, estresse, obesidade e sedentarismo. Porém, uma pessoa que leva uma vida saudável também pode sofrer com o problema. Isso se deve à genética.

 

Pessoas com genética desfavorável devem se cuidar desde cedo

 

Este é o caso da aposentada Genelonísia M., de 75 anos, que vive em Itapevi (SP). Ela conta que mesmo praticando atividade física regularmente e mantendo uma alimentação saudável, sofre de hipertensão e já teve um infarto. “Não como carne gordurosa, nem muito temperada, nem frango com pele, nada disso. Além disso, sempre tive o hábito de fazer caminhada. A pressão alta deve ser de família, já que tenho muitos parentes com esse problema”, afirma.
De acordo com o cardiologista Benjamin Farbiarz Segal, mesmo atletas profissionais, com toda alimentação controlada, podem apresentar hipertensão arterial. “Por isso se diz que a origem desta forma da doença geralmente está ligada à prevalência familiar. Os fatores genéticos são, isoladamente, um risco alto de incidência de hipertensão. Aqueles que têm uma genética desfavorável devem se cuidar desde cedo”, explica o médico.
A aposentada se trata com remédios para hipertensão há cerca de oito anos, mas só conseguiu encontrar um produto de fato eficaz quatro meses atrás. “Todos os medicamentos que usei antes não conseguiam abaixar a pressão. Somente agora estou conseguindo mantê-la controlada. Antes minha pressão girava em torno de 22 por 12. Hoje fica em 11 por 7”, conta Genelonísia.

 

Outros sintomas da hipertensão

 

Apesar da hipertensão ser considerada uma doença silenciosa, ou seja, que cursa sem manifestação de sintomas, a aposentada afirma que sentia desconfortos em função do quadro. “Além da pressão elevada, eu sentia alguns incômodos, como fôlego curto, o que me fazia sentir constantemente cansada, e também uma dor forte, ‘ardida’, como se fosse uma azia, mas no coração”, completa a aposentada.
Foto: Shutterstock

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