O que é o transtorno afetivo bipolar? Quais os sintomas?


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O transtorno afetivo bipolar é uma doença psiquiátrica complexa descrita desde a antiguidade. A principal característica da doença é a alteração do humor ou dos níveis de energia mental e física. Pessoas que sofrem com o problema apresentam episódios repetidos de humor para baixo, a depressão, ou para cima, chamados de mania e hipomania.

Conheça os tipos 1 e 2 do transtorno bipolar


Entre os tipos de transtorno bipolar, o psiquiatra Diego Tavares destaca os tipos 1 e 2, os mais estudados e descritos até o momento. “No primeiro, o indivíduo apresenta oscilação do humor para cima suficientemente grave, com comportamentos evidentes de elevação do humor e dos níveis de energia física, às vezes requerendo internação hospitalar”, explica o profissional. Os períodos de depressão também são graves, mas há pacientes que apenas têm sintomas de mania.

Já no tipo 2, as oscilações de humor para cima são mais leves. “No tipo 2 do transtorno bipolar, ocorre uma mania leve chamada de hipomania e o indivíduo que estava deprimido oscila o humor durante alguns dias com aumento da energia física ou psíquica”, afirma o médico. O paciente se torna mais ocupado e produtivo, muitas vezes obstinado, mas logo volta a ficar deprimido.

Ataques de pânico são comuns em pessoas com transtorno bipolar

 

Quem sofre com o transtorno bipolar também pode apresentar outros distúrbios. Tavares cita um estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que verificou que 75% dos pacientes bipolares tinham ao menos uma comorbidade e cerca de 50% tinham três ou mais doenças psiquiátricas.

Os transtornos de ansiedade, particularmente, os ataques de pânico, foram as comorbidades mais comuns, seguidos por transtornos comportamentais da infância e por transtornos causados pelo uso de drogas. “Pacientes com transtorno bipolar também são mais propensos a um maior risco de ocorrência de doenças cardiovasculares, obesidade, tabagismo, hipertensão e diabetes tipo 2″, alerta o psiquiatra.

Dr. Diego Freitas Tavares é psiquiatra e pesquisador do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP. CRM-SP: 145258

Foto: Shutterstock

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42 comentários para "O que é o transtorno afetivo bipolar? Quais os sintomas?"

Luciana

Fui diagnosticada com esse trastorno ha alguns anos, vivo numa motanha russa do humor, as pessoas à minha volta não entendem oq estou passando e acabam me deixando pior, não quero parecer doente por isso me esforço muito pra está sempre apresentável. Mas as pessoas fazem críticas o tempo todo sabe, estão sempre querendo q eu faça mais, não entendem q eu estou no meu limite. Triste!!

Leticia

Fui diagnosticada com essa doenca a 5 meses e as pessoas ao meu redor nao me compreendem as vezes sinto que estou no limite que nao vou aguentar sinto falta de alguem com quem eu possa coversar tenho uma filha de 15 anos e estou tendo problemas de convivencia com ela

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Leticia, a principal característica do transtorno afetivo bipolar é a alteração do humor ou dos níveis de energia mental e física. A realização do tratamento do transtorno é muito importante não apenas na fase aguda, como também ao longo de toda a vida. O combate ao transtorno bipolar se baseia no uso de estabilizadores de humor. Outra abordagem terapêutica é a psicoterapia; há vários tipos, dependendo da necessidade específica de cada paciente, como psicoterapias individual ou grupal, terapia familiar. Orientamos você a retornar com o médico que a diagnosticou para que ele verifique qual o melhor tratamento para o seu caso. Abraços.

jesrael

Acho que minha mãe sofre disso, a muito tempo ela não quer fazer mais nada em casa e nunca está de bom humor, tende todos os dias da vida a me repreender e perseguir, o pior é que ela é fanática e nunca iria aceitar procurar um médico psicólogo, o que devo fazer ?

Ângela Gabriela

A uns 6 meses fui diagnosticada com depressão, meu marido faz tratamento a uns 3 anos, nele adoecer acabei adoencendo tbm, esse tipo de tratamento tem que ser familiar ao meu ver, me sinto nunca tristeza profunda, tentei o suicídio por duas vezes, meu psiquiatra mudou minha medicação se adrenalina para Effexor xr que é um absurdo de caro, mas se é pra melhorar fazer o que né. Muitos acham que é frescura minha, não querer sair do quarto, não ter paciência de conversar com ninguém, muitaaaaa irritação e as vezes por qualquer coisa, não sinto vontade de comer nada. Recomeço meu tratamento com a psicóloga em alguns dias, mas revendo os comentários, lendo sobre o anuncio de transtorno afetivo bipolar e segundo a bula da meu remédio o meu medico parece estar me tratando disso. As pessoas só saberão o que é essa doença quando passa por ela, isso dói, a gente sofre muito e não é lá a gente quer.

ARNALDO

A 7 anos atraz fui diagnosticado com ansiedade generaliza e sidrome do panico, estou nos medicamento muito pesado, mas estou vendo que ja estou caminhando para outra doença essa transtorno bipolar, sinto as mesma coisas que a agela gabriela, não sair do quarto, não tenho paciência de conversar, não consigo estar numa roda de amigos fico logo suando, inrritado porque não consigo esta ali conversando, penso que eles estão fazendo hora comigo,so sabe disso e quem estar passando. DEUS E MAIOR DO QUE ISSO CREIA

Clemilda

Desde meus 15 anos sofro com essa doença, mas só com 32 que descobrir, antes não se falava muito sobre essas doenças, então não tomei providências em procurar profissionais da área. Depois de ler muitos livros e nas Internet descobrir que meus sintomas coincidiam com a doença.Fui ao neuro que me encaminhou para um psiquiatra, depois de vários exames fui diagnosticada com o CID 10 F 31 e F 41 ,41.1. Comecei os tratamentos,mas acredito que iniciei tarde demais.Meus dias são uns mais complicados que outros, sou professora e luto contra a doença, mas confesso , é difícil lutar quanto os sintomas, tem momentos insuportáveis.Passei pelo medico perito do INSS ele indeferiu o pedido de auxilio doença,retornarei a pedido do RH, sei que cheguei ao meu limite.Não me sinto apta para dá aulas, mesmo gostando da minha profissão

Carlos Filho

O meu problema é com uma depressão persistente originada em um trauma infantil. Só estou escrevendo para me solidarizar com todos que postaram aqui. Às vezes o sofrimento parece insuportável. Boa sorte para cada um.

Joana

Tenho 32 anos e há 1 ano fui diagnosticada com Transtorno Bipolar Afetivo, passei por uma internação pois estava tendo uma crise maníaca muito grave, desde então tenho pequenas crises depressivas, mas nada muito grave, tem dias que estou mais desanimada, mas tomar a medicação rigorosamente e fazer terapia tem me ajudado muito.

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Joana, obrigado por compartilhar sua história conosco! Parabéns pelo empenho e busca de uma maior qualidade de vida. Abraços.

Miryan

Fui diagnosticada duas vezes kkkkMais me recuso tomar o medicament.Adoro minha fase da mania.Consigo fazer varias coisas.Ja pensou!Tomar um estabilizador de humor e perder minha alegria

OTA'DAM

FAÇO TRATAMENTO CONTRA O TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR, MAS NÃO ME SINTO COM ESSA DOENÇA, SEI QUE EM OUTRAS ÉPOCAS COMETI CERTOS ATOS INCONSEQUENTES E ME VI DEPRESSIVO, MAS SÃO COISAS QUE ACONTECEM NA VIDA NADA ANORMAL.

Kelli costa

A 9 anos atras tive que lhe lidar com a perda de minha que sofria de problemas psicologicos… e acabei vindo a sofrer um surto… fui medica de emediato com 4 tipos remedios anti psicoticos … com 5 meses sendo medicada o proprio remedio comecou a a me fazer mal fomos tirando diminuindo meu pai nao era favor do tratamento e eu aos poucos escodindo fui fazendo tratamento. Perdi meu casamento por conto eu credito disso. Hoje aos 32 anos sou casada novamente e encontrei apoio com meu atual esposo. Comecei a fazer um novo tratamento a quase tres anos junto aos medicos psiquiatras e psicologos e ja nao tomo sedativos graves que ja tomei um dia.Fui diagnosticada com CID 10 F 31.Tomo somente um comprido pelo nome de carbolitium . Hoje sou feliz sempre fui acerelada hoje ja nao sou tanto desenvolvi muitos dons voltei a estudar hoje sou tecnica de seguranca formada a um ano e meio tenho duas filhas uma de 15 anos e outra com 6 anos. Nao sou baladeira estou aprendendo sair sempre gostei de me arrumar mais em meio as crises dicava desleixada evito esses dias encaro os de frente apostei em me embelazar mais . Hoje sou voluntaria em uma escola para crianca especiais APAE. E hoje vejo minha medica de 5 e 5 meses. E faco exames de dose de litio em meu sangue!E falo com toda certeza que a bipolaria existe nao tem cura mais tem controle dependendo do CID da sim pra viver uma vida normal com algumas restricoes ė claro. E deixo meu pedido tente nao beber bebidas alcoolicas e usar drogas pois isso atrapalha todo o sucesso do tratamento.E corte caminho de pessoas que se diz saudavel mais que tem o dom de despresas os outros. Deixa meu boa sorte a todos meus colegas e dizer se cuide se tratem e levem a serio e tudo dara certos beijos ficam todos com Deus!

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Kelli, obrigado por compartilhar sua história conosco! Parabéns pelo empenho e busca de uma maior qualidade de vida. Abraços.

Ana kelly

Boa noite não sou mais como eu era antes queria muito voltar a ser quem eu era mais confesso não tenho vontade de nada por mim o mundo pode acabar

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Ana kelly, o transtorno bipolar pode ser controlado. Como afirma o psiquiatra Dr. Eduardo Wagner Aratangy: “a prioridade é estabilizar o humor, o que é feito por meio de medicamentos (como os antipsicóticos, entre outros)”. É importante aderir o tratamento prescrito pelo médico, o combate ao preconceito contra o distúrbio é fundamental para que as pessoas procurem ajuda e recebam a atenção necessária.
Abraços.

Vagner de Souza Tavares

Na verdade acredito que sempre sofri com esse transtorno bipolar mais descobri o diagnóstico há alguns meses pois poderia conviver com esta doença sem entendê-la por toda vida mas escolhi enxergar a verdade. Sou diabético e a luta é diária nesta gangorra do humor onde a convivência diária é sempre difícil mas vamos tocando a vida sempre lembrando que é preciso viver cada dia de uma vez porque a vida é mesmo assim e enxergar a verdade diante dos olhos é sempre melhor que se perder nas fantasias da imaginação que embora tragam prazer trazem problemas então viver um dia de cada vez é o remédio da vida seguir em frente esse é o meu legado de vida

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Vagner, obrigada por compartilhar conosco palavras tão belas. Realmente é uma luta diária seguir em busca de uma melhor qualidade de vida, mas isso é importante para que possamos viver melhor. Abraços.

Vera Maria

Sou aposentada vivo com meus pets tive 5 filhos mas cada um vive seu mundo , faço graduação , tenho síndrome do pânico faço tratamento com psiquiatra mas sei que é a indiferença dos filhos pq só tenho eles como família as vezes tenho crise de risos, estou com obesidade e diabetes tento fazer de tudo pra não pensar na minha vida choro muito , trabalhava 24h para sustentar a família o pai nunca contribui qdo separamos por mais que tento esquecer a indiferença me sinto muito frágil

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Vera, o relato de sua história de vida mostra o quão guerreira você foi ao ‘enfrentar o mundo’ para criar os seus filhos. Agora é hora de pensar em você, seguindo o tratamento prescrito pelo seu médico e procurar realizar atividades que te façam sentir bem. Abraços.

davilson oscar cruz

olá,quais são os principais cuidados que se deve tomar,qdo vc tem uma pessoa na família com esse problema,transtorno bipolar afetivo,pois essa pessoa ja esta em tratamento,em tem uma idade 56 anos do sexo feminino.

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Davilson, o apoio para que o paciente permaneça firme com o tratamento é uma das formas de ajudar. Como forma de tratamento existe a psicoterapia; há vários tipos, dependendo da necessidade específica de cada paciente, como psicoterapias individual ou grupal, terapia familiar. Verifique com o médico da paciente de que forma a família pode ser inserida no tratamento. Abraços.

Lilian

Meu marido sofre dessa doença,é muito triste;vivemos uma relação maravilhosa,ate ele entrar em crise e sismar que estou escondendo alguma coisa dele(o traindo)coisa que nunca passou por minha cabeça, ele não faz terapia com psicólogo ainda mas estou insistindo muito pra ele fazer.Por favor nos ajudem! O que seria melhor Ele toma quetiapina

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Lilian, somente após avaliação médica é que uma prescrição poderá ser feita para o seu esposo. Não desista, tente levá-lo para uma consulta para que o médico indique o tratamento adequado. Abraços.

Regilane barbosa

Eu acho que sofro dessa doença transtorno bipolar afetivo porque eu não tenho mais alegria nem paciência pra nada só de ficar em casa as vezes eu tento fazer coisas pra eu sair dessa mais eu não consigo fiquei assim depois que meu companheiro tentou mim mata mais depois ele desistio e falou que foi minha culpa ele fazer isso sendo que eu não tinha feito nada só porque eu não queria ir pra aonde ele queria que eu fosse com ele que aí ele deve um ataque desse ai eu mim sentir a pior pessoa ai não satisfeito ele tentou se matar eforcardo aí eu fiquei com medo de levar a culpa ai eu pegui meus dois filhos pequenos e sair de casa ai ele desistio de se matar

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Regilane, é difícil passar por esse tipo de situação, mas você foi forte e permaneceu firme, se afastando do que pode te fazer mal. Procure realizar uma consulta com o médico especialista, ele poderá te auxiliar com relação a esses sentimentos. Abraços.

Marco

Acho q lendo esses relatos, estou passando por isso

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Marco, marque então uma consulta com o médico especialista para que ele possa te auxiliar. Abraços.

Soemy Santana

Acredito que minha sobrinha sofra desta doença, ela tem verdadeira repulsa da mãe, a detrata de todas as maneiras. A chama pelo mone, está constante ativa a agredi-la física e moralmente. Relata situações que não existe, como roubo, doenças e atitudes desonestas da mãe. Por causa de toda agressão sofrida a pelo menos 6 anos, minha irmã está impotente, com a auto-estima zerada, isso só leva a situação da minha sobrinha a piorar. Neste confronto tem uma criança de 9 anos, que muitas das vezes e obrigado a ficar excluso da avó. Gostaria de ajudar, mas minha irmã está mais doente do que a filha, e reluta a se tratar com psicólogo e até mesmo um psiquiatra. Esse é meu pensamento. Que Deus ilunime as cabeças e corações das pessoas com problemas mentais!!

Claudia

Tenho um amigo que tenho muito carinho e ele tem TAB. Nós sempre conversamos muito sobre tudo, mas na semana passada ele apareceu aqui um pouco frustrado, e eu acabei expressando meus sentimentos para ele. Depois que saiu de minha casa me enviou msg dizendo que não se importava comigo, que eu lhe fazia mais mal que bem, que era uma inimiga e que sentia asco. Tentei falar com ele, mas ele se fechou e disse para não procura-lo. Fiquei preocupada e acabei entrando em contato com a familia e aí a situação piorou, ele ficou muito mais bravo e me xingou. Eu não tinha conhecimento sobre a TAB, confesso que era ignorante sobre os problemas da doença. Eu me sinto muito culpada com tudo que aconteceu. Ele que sempre foi meu amigo agora me vê como se fosse um monstro que pensei em lhe causar dor. Não sei o que fazer, também estou muito triste com todas as coisas que ele me disse.Eu pedi desculpas, disse que não tinha como saber que ele tinha se magoado, mas ele está irredutível.É melhor não procurar mais?Alguém pode me aconselhar?

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Claudia, o transtorno bipolar pode ser controlado. Como afirma o psiquiatra Dr. Eduardo Wagner Aratangy: “a prioridade é estabilizar o humor, o que é feito por meio de medicamentos (como os antipsicóticos, entre outros)”. O que você pode fazer é continuar em contato com a família para obter informações sobre o seu amigo, até que ele se acalme e aceite conversar com você novamente. Abraços.

Lane

Vivo uma situação insuportável com meu marido que faz de tudo para que não possamos viver em paz, ao menos é assim que enxergo. Ele já chega em casa irritadiço, arranjando motivos pra brigar, me colocando pra baixo. Ele bebe bastante e já se utilizou de drogas por muitos anos, segundo ele teve um comportamento delinquente na juventude, era considerado o valentão, mas de qualquer forma na cultura dele brigar fisicamente é considerado normal (ele é escocês). Ele diz que vive com uma eterna depressão. O que percebo nele além da agressividade exagerada, são impulsividade no falar, falta de apetite tanto pra comida quanto sexual, falta de sono, hiperatividade, falta de paciência, insatisfação, dificuldade de obedecer, teimosia, dificuldade em ser contrariado ou mania de estar certo. Esses sintomas mais marcantes são alternados com momentos de isolamento, dormidas de 2 dias e noites seguidas, preguiça ou falta de vontade de fazer qualquer coisa. Quando ele bebe, ele fica alegre, fala bastante, ri, são os únicos momentos em que tudo parece bem. A vida com ele é infernal em 90% do tempo. Ele me disse que tem TDAH e a mãe me disse que ele tem TAB. De qualquer forma ele não se trata para nada. Ele tem 45 anos, não gosta de médicos, não gosta de remédios. Como ajudá-lo? Temos um filho, será que ele pode ser acometido desta doença também? Deus me ajude!

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Lane, é importante que ele entenda o que está acontecendo e busque o auxílio de um profissional especializado. Tente conversar com ele e, peça para o acompanhá-lo em uma consulta. Abraços.

Eliana Meneses Sousa

oi boa tarde sou casada com meu esposo tem transtorno bipolar afetivo tem vez que é amoroso, quer ter relação , mas tem tem vez que esta arisco , nem que aproximar de mim , eu fico triste sem entender. o que vc s mi aconselha.

Rosineide

Boa noite!!!Já tem alguns anos que fui diagnosticada com essa doença,vou ao pesquiatra tomo estabilizador de humor e outros medicamentos principalmente para ansiedade,faço terapia individual e mesmo assim não consigo levar uma vida normal, mesmo c o tratamento não tenho mais vontade de fazer nada, fico mais tempo mim sentido deprimida duque bem, chego a ficar uma semana sem sai de casa e quando alguém liga não tenho vontade de falar com ninguém.

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Rosineide, é importante que você continue com o tratamento prescrito pelo seu médico e faça um acompanhamento regular para que ele possa te orientar. Alie práticas de vida saudáveis ao tratamento. Abraços.

Ana Cláudia Mottini

Sofro há muitos anos com o transtorno bipolar e depressão. Não gosto de sair, estar com muitas pessoas…Sempre trabalhei(professora). Porém, este ano estou passando por um processo muito difícil.O psiquiatra me afastou do trabalho. Porém, passei por perícia e foi indeferida. Agora, vou recorrer judicialmente.Ñ tenho vontade de nada. Eu ganhava para sustentar a casa. Agora, ñ tenho renda Meu pai me diz que vá trabalhar imediatamente. Sempre soube do meu problema. Porém, ñ admite que agora eu não tenha condições de trabalhar.Minha mãe( e toda a parte da minha família materna já morreram). Sendo assim, só tenho meu pai pra contar como “família”.Meu companheiro ganha pouco.Tenho um filho de 22 anos. Do meu primeiro casamento. Ñ se importa comigo. Mora sozinho.O fato do meu pai me escrever que vá trabalhar, que é o melhor….me entristece.Não estou sabendo lidar com esta situação.Obrigada.

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Ana Cláudia, é difícil quando as pessoas ao nosso redor não compreendem o que estamos passando. No seu caso ideal é continuar firme com o tratamento e acompanhamento médico para que possa alcançar uma boa qualidade de vida. Desejamos sucesso em sua recuperação. Abraços.

Henrique Lopes

Casei com uma mulher que tem o nível 1 já esteve internada no hospital Julio de Matos, pelo seu estado ser grave e não por em causa os outros doentes deram lhe alta. Ficando sem assistência médica, o pior é que ela não admite ser possuidora da doença, tornando a minha vida num inferno Não sei a quem recorrer, tanto que ela não colabora para procurar ajuda, a minha casa virou um inferno. Não tenho recursos para arranjar uma casa para eu me ir embora, mas já chego ao ponto de pensar em agarrar num cobertor e ir viver para a rua

Marcel

Ola me chamo marcel….tomei por 3 anos excitalato de excitalopram frontal e dei uma melhorada porem com a viagem de minha namorada pro exterior e tbm diminuindo a medicacao por conta propria …. voltei a ter uma crise pior mudei de psiquiatra e tomo agora citalopram 20 mg e quetiapina 50 mg embora tenha saido da crise me sinto mais cansado e com uma tristeza que parece uma rabujice tbm ai nao sei se e uma neura achar que o medicamento nao ta ajudando ou se realmente nao me adaptei a ele

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Marcel, faça um acompanhamento periódico com o médico que prescreveu o medicamento e relate para ele sobre os sintomas que você têm observado, assim ele poderá te orientar. Abraços.

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