O que é o transtorno afetivo bipolar? Quais os sintomas?

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Você já deve ter visto alguém dizendo que é bipolar e pode ter se perguntado: Afinal, o que significa bipolar? O transtorno afetivo bipolar, também conhecido como transtorno maníaco-depressivo é uma doença psiquiátrica complexa descrita desde a antiguidade. A principal característica da doença é a alteração do humor ou dos níveis de energia mental e física. Pessoas que sofrem com o problema apresentam episódios repetidos de humor para baixo, a depressão, ou para cima, chamados de mania e hipomania.

Transtorno bipolar tipo 1 e 2: quais são as diferenças?


Entre os tipos de transtorno bipolar, o psiquiatra Diego Tavares destaca os tipos 1 e 2, os mais estudados e descritos até o momento. “No primeiro, o indivíduo apresenta oscilação do humor para cima suficientemente grave, com comportamentos evidentes de elevação do humor e dos níveis de energia física, às vezes requerendo internação hospitalar”, explica o profissional. Os períodos de depressão também são graves, mas há pacientes que apenas têm sintomas de mania.

Já no tipo 2, as oscilações de humor para cima são mais leves. “No tipo 2 do transtorno bipolar, ocorre uma mania leve chamada de hipomania e o indivíduo que estava deprimido oscila o humor durante alguns dias com aumento da energia física ou psíquica”, afirma o médico. O paciente se torna mais ocupado e produtivo, muitas vezes obstinado, mas logo volta a ficar deprimido.

Ataques de pânico são comuns em pessoas com transtorno bipolar


Quem sofre com o transtorno bipolar também pode apresentar outros distúrbios. Tavares cita um estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que verificou que 75% dos pacientes bipolares tinham ao menos uma comorbidade e cerca de 50% tinham três ou mais doenças psiquiátricas.

Os transtornos de ansiedade, particularmente, os ataques de pânico, foram as comorbidades mais comuns, seguidos por transtornos comportamentais da infância e por transtornos causados pelo uso de drogas. “Pacientes com transtorno bipolar também são mais propensos a um maior risco de ocorrência de doenças cardiovasculares, obesidade, tabagismo, hipertensão e diabetes tipo 2″, alerta o psiquiatra.

Foto: Shutterstock

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS): https://www.who.int/whr/2001/en/whr01_po.pdf

COLABORARAM NESTE CONTEÚDO: 
Dr. Diego Freitas Tavares

Dr. Diego Freitas Tavares

Psiquiatria

CRM: 145258 / SP

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psicologico
transtorno-bipolar

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64 comentários para "O que é o transtorno afetivo bipolar? Quais os sintomas?"

Luciana

Fui diagnosticada com esse trastorno ha alguns anos, vivo numa motanha russa do humor, as pessoas à minha volta não entendem oq estou passando e acabam me deixando pior, não quero parecer doente por isso me esforço muito pra está sempre apresentável. Mas as pessoas fazem críticas o tempo todo sabe, estão sempre querendo q eu faça mais, não entendem q eu estou no meu limite. Triste!!

Leticia

Fui diagnosticada com essa doenca a 5 meses e as pessoas ao meu redor nao me compreendem as vezes sinto que estou no limite que nao vou aguentar sinto falta de alguem com quem eu possa coversar tenho uma filha de 15 anos e estou tendo problemas de convivencia com ela

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Leticia, a principal característica do transtorno afetivo bipolar é a alteração do humor ou dos níveis de energia mental e física. A realização do tratamento do transtorno é muito importante não apenas na fase aguda, como também ao longo de toda a vida. O combate ao transtorno bipolar se baseia no uso de estabilizadores de humor. Outra abordagem terapêutica é a psicoterapia; há vários tipos, dependendo da necessidade específica de cada paciente, como psicoterapias individual ou grupal, terapia familiar. Orientamos você a retornar com o médico que a diagnosticou para que ele verifique qual o melhor tratamento para o seu caso. Abraços.

jesrael

Acho que minha mãe sofre disso, a muito tempo ela não quer fazer mais nada em casa e nunca está de bom humor, tende todos os dias da vida a me repreender e perseguir, o pior é que ela é fanática e nunca iria aceitar procurar um médico psicólogo, o que devo fazer ?

Ângela Gabriela

A uns 6 meses fui diagnosticada com depressão, meu marido faz tratamento a uns 3 anos, nele adoecer acabei adoencendo tbm, esse tipo de tratamento tem que ser familiar ao meu ver, me sinto nunca tristeza profunda, tentei o suicídio por duas vezes, meu psiquiatra mudou minha medicação se adrenalina para Effexor xr que é um absurdo de caro, mas se é pra melhorar fazer o que né. Muitos acham que é frescura minha, não querer sair do quarto, não ter paciência de conversar com ninguém, muitaaaaa irritação e as vezes por qualquer coisa, não sinto vontade de comer nada. Recomeço meu tratamento com a psicóloga em alguns dias, mas revendo os comentários, lendo sobre o anuncio de transtorno afetivo bipolar e segundo a bula da meu remédio o meu medico parece estar me tratando disso. As pessoas só saberão o que é essa doença quando passa por ela, isso dói, a gente sofre muito e não é lá a gente quer.

ARNALDO

A 7 anos atraz fui diagnosticado com ansiedade generaliza e sidrome do panico, estou nos medicamento muito pesado, mas estou vendo que ja estou caminhando para outra doença essa transtorno bipolar, sinto as mesma coisas que a agela gabriela, não sair do quarto, não tenho paciência de conversar, não consigo estar numa roda de amigos fico logo suando, inrritado porque não consigo esta ali conversando, penso que eles estão fazendo hora comigo,so sabe disso e quem estar passando. DEUS E MAIOR DO QUE ISSO CREIA

Clemilda

Desde meus 15 anos sofro com essa doença, mas só com 32 que descobrir, antes não se falava muito sobre essas doenças, então não tomei providências em procurar profissionais da área. Depois de ler muitos livros e nas Internet descobrir que meus sintomas coincidiam com a doença.Fui ao neuro que me encaminhou para um psiquiatra, depois de vários exames fui diagnosticada com o CID 10 F 31 e F 41 ,41.1. Comecei os tratamentos,mas acredito que iniciei tarde demais.Meus dias são uns mais complicados que outros, sou professora e luto contra a doença, mas confesso , é difícil lutar quanto os sintomas, tem momentos insuportáveis.Passei pelo medico perito do INSS ele indeferiu o pedido de auxilio doença,retornarei a pedido do RH, sei que cheguei ao meu limite.Não me sinto apta para dá aulas, mesmo gostando da minha profissão

Carlos Filho

O meu problema é com uma depressão persistente originada em um trauma infantil. Só estou escrevendo para me solidarizar com todos que postaram aqui. Às vezes o sofrimento parece insuportável. Boa sorte para cada um.

Joana

Tenho 32 anos e há 1 ano fui diagnosticada com Transtorno Bipolar Afetivo, passei por uma internação pois estava tendo uma crise maníaca muito grave, desde então tenho pequenas crises depressivas, mas nada muito grave, tem dias que estou mais desanimada, mas tomar a medicação rigorosamente e fazer terapia tem me ajudado muito.

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Joana, obrigado por compartilhar sua história conosco! Parabéns pelo empenho e busca de uma maior qualidade de vida. Abraços.

Miryan

Fui diagnosticada duas vezes kkkkMais me recuso tomar o medicament.Adoro minha fase da mania.Consigo fazer varias coisas.Ja pensou!Tomar um estabilizador de humor e perder minha alegria

OTA'DAM

FAÇO TRATAMENTO CONTRA O TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR, MAS NÃO ME SINTO COM ESSA DOENÇA, SEI QUE EM OUTRAS ÉPOCAS COMETI CERTOS ATOS INCONSEQUENTES E ME VI DEPRESSIVO, MAS SÃO COISAS QUE ACONTECEM NA VIDA NADA ANORMAL.

Kelli costa

A 9 anos atras tive que lhe lidar com a perda de minha que sofria de problemas psicologicos… e acabei vindo a sofrer um surto… fui medica de emediato com 4 tipos remedios anti psicoticos … com 5 meses sendo medicada o proprio remedio comecou a a me fazer mal fomos tirando diminuindo meu pai nao era favor do tratamento e eu aos poucos escodindo fui fazendo tratamento. Perdi meu casamento por conto eu credito disso. Hoje aos 32 anos sou casada novamente e encontrei apoio com meu atual esposo. Comecei a fazer um novo tratamento a quase tres anos junto aos medicos psiquiatras e psicologos e ja nao tomo sedativos graves que ja tomei um dia.Fui diagnosticada com CID 10 F 31.Tomo somente um comprido pelo nome de carbolitium . Hoje sou feliz sempre fui acerelada hoje ja nao sou tanto desenvolvi muitos dons voltei a estudar hoje sou tecnica de seguranca formada a um ano e meio tenho duas filhas uma de 15 anos e outra com 6 anos. Nao sou baladeira estou aprendendo sair sempre gostei de me arrumar mais em meio as crises dicava desleixada evito esses dias encaro os de frente apostei em me embelazar mais . Hoje sou voluntaria em uma escola para crianca especiais APAE. E hoje vejo minha medica de 5 e 5 meses. E faco exames de dose de litio em meu sangue!E falo com toda certeza que a bipolaria existe nao tem cura mais tem controle dependendo do CID da sim pra viver uma vida normal com algumas restricoes ė claro. E deixo meu pedido tente nao beber bebidas alcoolicas e usar drogas pois isso atrapalha todo o sucesso do tratamento.E corte caminho de pessoas que se diz saudavel mais que tem o dom de despresas os outros. Deixa meu boa sorte a todos meus colegas e dizer se cuide se tratem e levem a serio e tudo dara certos beijos ficam todos com Deus!

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Kelli, obrigado por compartilhar sua história conosco! Parabéns pelo empenho e busca de uma maior qualidade de vida. Abraços.

Ana kelly

Boa noite não sou mais como eu era antes queria muito voltar a ser quem eu era mais confesso não tenho vontade de nada por mim o mundo pode acabar

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Ana kelly, o transtorno bipolar pode ser controlado. Como afirma o psiquiatra Dr. Eduardo Wagner Aratangy: “a prioridade é estabilizar o humor, o que é feito por meio de medicamentos (como os antipsicóticos, entre outros)”. É importante aderir o tratamento prescrito pelo médico, o combate ao preconceito contra o distúrbio é fundamental para que as pessoas procurem ajuda e recebam a atenção necessária.
Abraços.

Vagner de Souza Tavares

Na verdade acredito que sempre sofri com esse transtorno bipolar mais descobri o diagnóstico há alguns meses pois poderia conviver com esta doença sem entendê-la por toda vida mas escolhi enxergar a verdade. Sou diabético e a luta é diária nesta gangorra do humor onde a convivência diária é sempre difícil mas vamos tocando a vida sempre lembrando que é preciso viver cada dia de uma vez porque a vida é mesmo assim e enxergar a verdade diante dos olhos é sempre melhor que se perder nas fantasias da imaginação que embora tragam prazer trazem problemas então viver um dia de cada vez é o remédio da vida seguir em frente esse é o meu legado de vida

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Vagner, obrigada por compartilhar conosco palavras tão belas. Realmente é uma luta diária seguir em busca de uma melhor qualidade de vida, mas isso é importante para que possamos viver melhor. Abraços.

Vera Maria

Sou aposentada vivo com meus pets tive 5 filhos mas cada um vive seu mundo , faço graduação , tenho síndrome do pânico faço tratamento com psiquiatra mas sei que é a indiferença dos filhos pq só tenho eles como família as vezes tenho crise de risos, estou com obesidade e diabetes tento fazer de tudo pra não pensar na minha vida choro muito , trabalhava 24h para sustentar a família o pai nunca contribui qdo separamos por mais que tento esquecer a indiferença me sinto muito frágil

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Vera, o relato de sua história de vida mostra o quão guerreira você foi ao ‘enfrentar o mundo’ para criar os seus filhos. Agora é hora de pensar em você, seguindo o tratamento prescrito pelo seu médico e procurar realizar atividades que te façam sentir bem. Abraços.

davilson oscar cruz

olá,quais são os principais cuidados que se deve tomar,qdo vc tem uma pessoa na família com esse problema,transtorno bipolar afetivo,pois essa pessoa ja esta em tratamento,em tem uma idade 56 anos do sexo feminino.

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Davilson, o apoio para que o paciente permaneça firme com o tratamento é uma das formas de ajudar. Como forma de tratamento existe a psicoterapia; há vários tipos, dependendo da necessidade específica de cada paciente, como psicoterapias individual ou grupal, terapia familiar. Verifique com o médico da paciente de que forma a família pode ser inserida no tratamento. Abraços.

Lilian

Meu marido sofre dessa doença,é muito triste;vivemos uma relação maravilhosa,ate ele entrar em crise e sismar que estou escondendo alguma coisa dele(o traindo)coisa que nunca passou por minha cabeça, ele não faz terapia com psicólogo ainda mas estou insistindo muito pra ele fazer.Por favor nos ajudem! O que seria melhor Ele toma quetiapina

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Lilian, somente após avaliação médica é que uma prescrição poderá ser feita para o seu esposo. Não desista, tente levá-lo para uma consulta para que o médico indique o tratamento adequado. Abraços.

Regilane barbosa

Eu acho que sofro dessa doença transtorno bipolar afetivo porque eu não tenho mais alegria nem paciência pra nada só de ficar em casa as vezes eu tento fazer coisas pra eu sair dessa mais eu não consigo fiquei assim depois que meu companheiro tentou mim mata mais depois ele desistio e falou que foi minha culpa ele fazer isso sendo que eu não tinha feito nada só porque eu não queria ir pra aonde ele queria que eu fosse com ele que aí ele deve um ataque desse ai eu mim sentir a pior pessoa ai não satisfeito ele tentou se matar eforcardo aí eu fiquei com medo de levar a culpa ai eu pegui meus dois filhos pequenos e sair de casa ai ele desistio de se matar

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Regilane, é difícil passar por esse tipo de situação, mas você foi forte e permaneceu firme, se afastando do que pode te fazer mal. Procure realizar uma consulta com o médico especialista, ele poderá te auxiliar com relação a esses sentimentos. Abraços.

Marco

Acho q lendo esses relatos, estou passando por isso

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Marco, marque então uma consulta com o médico especialista para que ele possa te auxiliar. Abraços.

Soemy Santana

Acredito que minha sobrinha sofra desta doença, ela tem verdadeira repulsa da mãe, a detrata de todas as maneiras. A chama pelo mone, está constante ativa a agredi-la física e moralmente. Relata situações que não existe, como roubo, doenças e atitudes desonestas da mãe. Por causa de toda agressão sofrida a pelo menos 6 anos, minha irmã está impotente, com a auto-estima zerada, isso só leva a situação da minha sobrinha a piorar. Neste confronto tem uma criança de 9 anos, que muitas das vezes e obrigado a ficar excluso da avó. Gostaria de ajudar, mas minha irmã está mais doente do que a filha, e reluta a se tratar com psicólogo e até mesmo um psiquiatra. Esse é meu pensamento. Que Deus ilunime as cabeças e corações das pessoas com problemas mentais!!

Claudia

Tenho um amigo que tenho muito carinho e ele tem TAB. Nós sempre conversamos muito sobre tudo, mas na semana passada ele apareceu aqui um pouco frustrado, e eu acabei expressando meus sentimentos para ele. Depois que saiu de minha casa me enviou msg dizendo que não se importava comigo, que eu lhe fazia mais mal que bem, que era uma inimiga e que sentia asco. Tentei falar com ele, mas ele se fechou e disse para não procura-lo. Fiquei preocupada e acabei entrando em contato com a familia e aí a situação piorou, ele ficou muito mais bravo e me xingou. Eu não tinha conhecimento sobre a TAB, confesso que era ignorante sobre os problemas da doença. Eu me sinto muito culpada com tudo que aconteceu. Ele que sempre foi meu amigo agora me vê como se fosse um monstro que pensei em lhe causar dor. Não sei o que fazer, também estou muito triste com todas as coisas que ele me disse.Eu pedi desculpas, disse que não tinha como saber que ele tinha se magoado, mas ele está irredutível.É melhor não procurar mais?Alguém pode me aconselhar?

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Claudia, o transtorno bipolar pode ser controlado. Como afirma o psiquiatra Dr. Eduardo Wagner Aratangy: “a prioridade é estabilizar o humor, o que é feito por meio de medicamentos (como os antipsicóticos, entre outros)”. O que você pode fazer é continuar em contato com a família para obter informações sobre o seu amigo, até que ele se acalme e aceite conversar com você novamente. Abraços.

Lane

Vivo uma situação insuportável com meu marido que faz de tudo para que não possamos viver em paz, ao menos é assim que enxergo. Ele já chega em casa irritadiço, arranjando motivos pra brigar, me colocando pra baixo. Ele bebe bastante e já se utilizou de drogas por muitos anos, segundo ele teve um comportamento delinquente na juventude, era considerado o valentão, mas de qualquer forma na cultura dele brigar fisicamente é considerado normal (ele é escocês). Ele diz que vive com uma eterna depressão. O que percebo nele além da agressividade exagerada, são impulsividade no falar, falta de apetite tanto pra comida quanto sexual, falta de sono, hiperatividade, falta de paciência, insatisfação, dificuldade de obedecer, teimosia, dificuldade em ser contrariado ou mania de estar certo. Esses sintomas mais marcantes são alternados com momentos de isolamento, dormidas de 2 dias e noites seguidas, preguiça ou falta de vontade de fazer qualquer coisa. Quando ele bebe, ele fica alegre, fala bastante, ri, são os únicos momentos em que tudo parece bem. A vida com ele é infernal em 90% do tempo. Ele me disse que tem TDAH e a mãe me disse que ele tem TAB. De qualquer forma ele não se trata para nada. Ele tem 45 anos, não gosta de médicos, não gosta de remédios. Como ajudá-lo? Temos um filho, será que ele pode ser acometido desta doença também? Deus me ajude!

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Lane, é importante que ele entenda o que está acontecendo e busque o auxílio de um profissional especializado. Tente conversar com ele e, peça para o acompanhá-lo em uma consulta. Abraços.

Eliana Meneses Sousa

oi boa tarde sou casada com meu esposo tem transtorno bipolar afetivo tem vez que é amoroso, quer ter relação , mas tem tem vez que esta arisco , nem que aproximar de mim , eu fico triste sem entender. o que vc s mi aconselha.

Rosineide

Boa noite!!!Já tem alguns anos que fui diagnosticada com essa doença,vou ao pesquiatra tomo estabilizador de humor e outros medicamentos principalmente para ansiedade,faço terapia individual e mesmo assim não consigo levar uma vida normal, mesmo c o tratamento não tenho mais vontade de fazer nada, fico mais tempo mim sentido deprimida duque bem, chego a ficar uma semana sem sai de casa e quando alguém liga não tenho vontade de falar com ninguém.

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Rosineide, é importante que você continue com o tratamento prescrito pelo seu médico e faça um acompanhamento regular para que ele possa te orientar. Alie práticas de vida saudáveis ao tratamento. Abraços.

Ana Cláudia Mottini

Sofro há muitos anos com o transtorno bipolar e depressão. Não gosto de sair, estar com muitas pessoas…Sempre trabalhei(professora). Porém, este ano estou passando por um processo muito difícil.O psiquiatra me afastou do trabalho. Porém, passei por perícia e foi indeferida. Agora, vou recorrer judicialmente.Ñ tenho vontade de nada. Eu ganhava para sustentar a casa. Agora, ñ tenho renda Meu pai me diz que vá trabalhar imediatamente. Sempre soube do meu problema. Porém, ñ admite que agora eu não tenha condições de trabalhar.Minha mãe( e toda a parte da minha família materna já morreram). Sendo assim, só tenho meu pai pra contar como “família”.Meu companheiro ganha pouco.Tenho um filho de 22 anos. Do meu primeiro casamento. Ñ se importa comigo. Mora sozinho.O fato do meu pai me escrever que vá trabalhar, que é o melhor….me entristece.Não estou sabendo lidar com esta situação.Obrigada.

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Ana Cláudia, é difícil quando as pessoas ao nosso redor não compreendem o que estamos passando. No seu caso ideal é continuar firme com o tratamento e acompanhamento médico para que possa alcançar uma boa qualidade de vida. Desejamos sucesso em sua recuperação. Abraços.

Henrique Lopes

Casei com uma mulher que tem o nível 1 já esteve internada no hospital Julio de Matos, pelo seu estado ser grave e não por em causa os outros doentes deram lhe alta. Ficando sem assistência médica, o pior é que ela não admite ser possuidora da doença, tornando a minha vida num inferno Não sei a quem recorrer, tanto que ela não colabora para procurar ajuda, a minha casa virou um inferno. Não tenho recursos para arranjar uma casa para eu me ir embora, mas já chego ao ponto de pensar em agarrar num cobertor e ir viver para a rua

Marcel

Ola me chamo marcel….tomei por 3 anos excitalato de excitalopram frontal e dei uma melhorada porem com a viagem de minha namorada pro exterior e tbm diminuindo a medicacao por conta propria …. voltei a ter uma crise pior mudei de psiquiatra e tomo agora citalopram 20 mg e quetiapina 50 mg embora tenha saido da crise me sinto mais cansado e com uma tristeza que parece uma rabujice tbm ai nao sei se e uma neura achar que o medicamento nao ta ajudando ou se realmente nao me adaptei a ele

CUIDADOS PELA VIDA

Oi Marcel, faça um acompanhamento periódico com o médico que prescreveu o medicamento e relate para ele sobre os sintomas que você têm observado, assim ele poderá te orientar. Abraços.

Gabriela

Fui diagnosticada há 3 anos porém tenho sintomas desde a adolescência, com muitos episodios de hipomania e depressão. Também tive 2 episodios de mania, um deles muito grave onde gastei meu dinheiro todo e me endividei, o que afetou minha familia e a culpa piorou os episódios de depressão. Pior, eu tomava antidepressivos que pioraram os episódios de mania. Antes de ser diagnosticada eu estava sofrendo muito por 8 anos, fazendo terapia e indo ao psiquiatra porém sendo diagnosticada com depressão. Desde que fui diagnosticada minha vida mudou já que percebi que nem tudo era possível de ser controlado dada a minha doença e me sinto muito melhor. Não falto a uma sessão de psicoterapia, tomo meus remédios corretamente, faco meu diario de humor e também não bebo mais. Entretanto, ainda nao consegui me livrar de todos os quilos ganhos nos 3 anos antes do diagnóstico: 38 ao todo (ja perdi 18).Minha familia nao entende a doenca, com exceção da minha irma. Gracas a D us conto com 4 amigas que sabem de tudo e me apoiam diariamente. Me considero sortuda por ter condições de me tratar.Porém nunca mais posso ter cartão de crédito, tenho graves problemas no trabalho pois o stress é um gatilho para meus episodios (fui despedida dos meus ultimos 3 empregos) e saí da vida social, nem em relacionamentos ouso me envolver – ainda.Acho que o que mais doi é o tom pejorativo que bipolar ganhou e a sociedade nao entende nossa doença. Isso vale para outras que são mentais também. Enfim, a vida é dificil especialmente para quem tem uma condicao cronica e isso vale para todas as doencas. Estou impressionada com os relatos que li aqui e agradeco voces por estarem educando as pessoas sobre esse transtorno.

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Gabriela, de acordo com a psiquiatra Dra. Cynthia Guedes Alvim o objetivo principal do tratamento é evitar as recaídas ao longo da vida. Para isso, deve ser feito um trabalho contínuo com o paciente para identificação precoce dos sintomas e intervenção rápida caso seja observado algum indício de novo episódio. As medicações mais utilizadas são os estabilizadores de humor. Em alguns casos, também são necessários antidepressivos e antipsicóticos. Siga o tratamento indicado para que você possa amenizar as crises da doença e melhore sua qualidade de vida. Até logo.

Cristina

Fui diagnosticada com depressão há 18 anos. Tomei vários medicamentos, as pessoas não acreditam na doença , pensam que é frescura, preguiça, não tenho apoio familiar. De tanto ouvir as pessoas me criticarem, estou tentando parar com os medicamentos . Estou muito mal, não tenho vontade de fazer nada, sou muito desanimada, choro muito, parece que todas as pessoas estão tristes como eu. Não façam como eu de parar de tomar o medicamento, vou voltar ao médico e retomar meu tratamento, não estou aguentando tanto desânimo e tanta tristeza.

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Cristina, de acordo com o psiquiatra e psicanalista Dr. Antonio Homero Viola não existe um tempo predefinido para o tratamento da depressão. Assim, algumas pessoas melhoram após alguns meses, enquanto outras precisam tratar durante anos. Cada organismo reage de uma maneira diferente e o sucesso do tratamento está ligado à vontade do paciente em seguir as medidas corretamente, por isso é muito importante seguir o tratamento indicado pelo profissional. Orientamos que retome o tratamento para que você possa amenizar os sintomas da doença e melhorar sua qualidade de vida. Abraços.

Caroline Kruse

Olá, sou TBH, e venho de uma família com pelo menos 7 casos confirmados todos parentes em primeiro grau. Meu filho de 7 anos também é, e o caso dele é muito grave, tem surtos de violência e já disse ao menos em 3 momentos que gostaria de morrer. Ele toma aristab e depakote. Estou fazendo acompanhamento com psicóloga para mim e outra para ele. Sofro muito, ele está a 90 dias de atestado da escola devido a uma grande fobia social que desencadeou surtos graves de violência. Me sinto sozinha, não sei como ajuda-lo, pq vejo que em crianças a impulsividade piora muito os sintomas. Eu não estou tomando medicação, mas já tomei várias e hoje só faço terapia. Eu percebo que todos que sofrem desse transtorno acabam com muita dificuldade nos relacionamentos interpessoais, seja família, trabalho, amigos ou parceiros. A terapia é muito importante, qto mais nos conhecemos, mais conseguimos controlar comportamentos típicos, e a vida pode ser melhor. Mas todos que convivem com o paciente devem estar cientes e com vontade de colaborar no tratamento. Mesmo sofrendo muito, eu acredito que um dia meu filhinho poderá diminuir as medicações e ter uma vida “quase” normal.

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Caroline, de acordo com a psiquiatra Dra. Célia Mendes, o transtorno bipolar pode ser controlado com a adoção do tratamento adequado, o que possibilita ao paciente ter uma vida normal. Fazer o acompanhamento psiquiátrico e usar o estabilizador de humor indicado são medidas essenciais. Ainda seguindo as indicações da doutora ela informa que é essencial que o paciente faça, paralelamente, acompanhamento psicoterápico, para aprender a lidar e controlar melhor os fatores que atuam para ativar os sintomas do transtorno. Confira mais uma matéria que aborda esse tema clicando ni link abaixo. Até logo.

https://cuidadospelavida.com.br/saude-e-tratamento/depressao/transtorno-afetivo-bipolar-cura-sintomas

Sandro Campelo

Olá, me chamo Sandro Campelo de Souza, tenho 43 anos. E fui diagnosticado com Transtorno Bipolar em 2013. Acontece que em 2007 descobri uma hidrocefalia e passei por uma cirurgia urgente para colocação de uma válvula de derivação ventricular. Acontece que na primeira revisão foi descoberto a má funcionalidade da válvula e tive que fazer uma nova cirurgia para retirada de dois higromas.O que sei é que depois desses episódios, me tornei uma pessoa muito inconstante, muito pavio curto e que por conta desse temperamento, perdi trabalho e casamento. Devo relatar aqui também que fui usuário de Cocaína por muito tempo. Hoje faço tratamento na Rede Sarah por conta da minha deficiência intelectual, e também no Hospital Nise da Silveira por conta da minha condição psiquiátrica. Tomo remédios para evitar convulsões, ansiolíticos e antidepressivos. mais sinto que falta algo. Gostaria de orientações.Grato.

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Sandro, de acordo com a psiquiatra Célia Mendes, o transtorno bipolar pode ser controlado por com a adoção do tratamento adequado, o que possibilita ao paciente ter uma vida normal. Fazer o acompanhamento psiquiátrico e usar o estabilizador de humor indicado são medidas essenciais. Além dos tratamentos que você já realiza é essencial que o paciente faça, paralelamente, acompanhamento psicoterápico, para aprender a lidar e controlar melhor os fatores que atuam para ativar os sintomas do transtorno. Confira mais uma matéria que aborda também esse tema clicando no link abaixo. Até a próxima.

https://cuidadospelavida.com.br/saude-e-tratamento/depressao/transtorno-afetivo-bipolar-cura-sintomas

Caroline

Fui diagnósticada com bipolaridade afetiva fiz o tratamento com Quetros e melhorei muito mas como parei o tratamento agora esta voltando.É horrível tem vezes que varia de dias, questão de horas e ate semanas..Tem semanas que eu to super ativa faço exercício em excesso , to super animada, feliz e nas outras eu fico extremamente agressiva, irritada, depressiva…

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Caroline. De acordo com o especialista Dr. Giovani Missio, o transtorno bipolar é uma doença psiquiátrica caracterizada pela recorrência, ao longo do tempo, de episódios de euforia e de depressão e pode ser dividida em dois tipos principais, o I e o II. A diferença entre eles é, basicamente, a intensidade das crises de euforia, mas o tratamento de cada um dos tipos de transtorno bipolar tem suas particularidades. Sendo assim é de suma importância buscar o tratamento adequado para trazer maior controle dos sintomas, amenizar as crises e trazer maior qualidade de vida para você. Continue por aqui para acompanhar mais matérias com dicas sobre saúde, doenças e tratamentos. Abraços.

Junior

Tenho 32 anos. Há 5 fui diagnosticado. Tive duas tentativas de suicídio. A última 10 dias em UTI. O tratamento com medicação e terapia fazem com que possa ter uma vida normal. Faço doutorado. Trabalho. Mas fico sempre com medo de ter uma nova crise e não conseguir ter controle sobre mim…

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Junior. Agradecemos por você compartilhar seu relato conosco. Buscar uma consulta presencial com especialista é crucial para iniciar o tratamento adequado de acordo com suas necessidades. Dessa forma seguindo o tratamento com comprometimento e responsabilidade, é possível amenizar as crises, trazer maior controle dos sintomas e maior qualidade de vida para você. Continue por aqui para mais informações e matérias como essa. Até logo.

Valdir Leite

Minha filha sofre de transtorno bipolar mas nos não estamos conseguindo arcar com as despesas dos medicamentos, tem mês q fica em torno de $800 a 1 mil, oq fazer…e o poder publico não diz não fornecer os medicamentos

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Valdir, A psiquiatra Dra. Célia Mendes afirma que, o transtorno bipolar pode ser controlado por com a adoção do tratamento adequado, o que possibilita ao paciente ter uma vida normal. Fazer o acompanhamento psiquiátrico e usar o estabilizador de humor indicado são medidas essenciais. Orientamos que nesse caso você busque orientação em uma rede pública de saúde. Até breve.

Elisângela

Sou funcionária pública do estado aposentada, por causa do transtorno. Fui diagnosticada aos 26 e hoje tenho 40 sigo um rigoroso tratamento.Mas gostaria de voltar a ser quem eu era antes estável, mais contente,disposta.

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Elisângela. De acordo com o especialista Dra Célia Mendes , o indivíduo com transtorno bipolar apresenta alterações de humor abruptas, ou seja, de repente. Ele é visto normalmente como uma pessoa instável, que apresenta períodos de humor eufórico e outros períodos de depressão, os quais ficam se alternando. Essa dinâmica pode durar meses. Por isso buscar orientação do profissional adequado é importante para amenizar os sintomas da doenças e trazer maior qualidade de vida para você. Abraços.

cristiane

Ola , meu filho esta com 12 anos e tem disgnostivo de transtorno bipolar grave desde os 5 . Medicado com aristab, seroquel e carbolitium . Ainda apresenta ilusões e agora alternadas com momentos de introspccao e excesso de sensibilidade . Fizemos agora o neurofamagem . Onde posso encontar o melhor especialista no Brasil , nesta doenca na infancia ? Alem de desenvolver obesidadde (comendo pouco ) , apresenta sintomas fisicos e fisiologicos complicados .

CUIDADOS PELA VIDA

Olá Cristiane. Agradecemos por você compartilhar seu comentário conosco. Converse com seu médico para que ele possa orienta-la de forma completa indicando o tratamento mais eficaz para o seu filho, e até mesmo indicando o especialista mais adequado para ele. Continue por aqui para receber mais informações e dicas sobre saúde, doenças e tratamentos. Até breve.

Carla

Faz 10 anos que faço tratamento, já fiquei internada, não abandonem o tratamento, tem jeito sim de se encontrar e conviver com as pessoas, mesmo com o diagnóstico,vc precisa do apoio em 1 lugar da família,e procurar um médico,avise sua família se notarem a sua alteração de humor para que façam algo e que te ajudem e peça para não te abandonarem,mostre que vc quer e necessita viver !

caroline

Ola Bom dia , primeiramente quero dar parabéns pelo programa de vcs , no mundo que vivemos infelizmente são poucas pessoas que se importam em ajudar o próximo ainda mais quando é algo relacionado a saúde mental .Fazem 5 anos que meu marido faz tratamento com Aristab neste 5 anos ele já teve alguns surtos psicósticos porém todas elas foram quando ele interrompeu o tratamento . Já foi avaliado inclusive internado na ultima crise , o que me incomoda muito ainda é que uns médicos dizem que é esquizofrenia e a ultima disse que é transtorno Bipolar grave porém ele não tem nenhum sintoma nem característica de nenhuma das duas doenças , o que ocorre quando ele fica muito tempo sem tomar o remédio ele só tem os sintomas do surto psicótico ou seja sabemos que ele não pode parar o tratamento mas não temos nenhum diagnóstico concluído.

CUIDADOS PELA VIDA

Olá, Caroline. Agradecemos o seu comentário! Em muitos casos, os pacientes interrompem abruptamente o uso da medicação e ficam sem acompanhamento médico, o que é bastante prejudicial. Nessas situações, podem acontecer recidiva dos sintomas ou até uma piora do quadro. É fundamental consultar um médico psiquiatra para confirmação diagnóstica, somente um especialista poderá analisar o histórico clínico do paciente e indicar o melhor tratamento. Abraços!

Adryane

Tenho transtorno bipolar…gostaria de saber se medicado podemos algum dia ser felizes???É difícil viver uma vida inteira infeliz por conta desse transtorno…Eu nasci assim ou isso começa por algum trauma q sofri ou estresse?Realmente não tenho quem me acompanha na família…ninguém….ninguém entende a doença…como conscientizar os meus sobre eu ser bipolar???Bom tenho tantas perguntas…mas por enquanto é isso ok….Obrigada

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