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    O tratamento medicamentoso contra calvície é o mesmo para homens e mulheres?

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    Muito comum entre os homens, a calvície também pode afetar as mulheres. Os sintomas são, basicamente, os mesmos, mas a forma como se manifestam são um pouco diferentes. De acordo com a dermatologista Elisabete Rocha, a rarefação dos pelos que configura o quadro de calvície nas mulheres costuma ser mais difusa. Ou seja, é mais espalhada por todo o couro cabeludo.

    Nos homens, por outro lado, a perda capilar se dá em algumas áreas específicas da cabeça, como a parte frontal e a parte traseira superior. Esses são os principais locais de perda. Raramente o homem calvo tem perda significativa nas laterais. Portanto, se um indivíduo tem histórico de calvície na família e, ainda jovem, começa a apresentar indícios do problema (que seriam as “entradas”, principalmente), é importante buscar ajuda profissional o quanto antes.

    Tratamento medicamentoso para homens e mulheres com calvície


    Isso porque
    quanto antes o tratamento contra calvície for iniciado, maiores as chances de retardar com sucesso o processo de perda dos fios. Segundo Elisabete, os tratamentos medicamentosos disponíveis, tanto para homens quanto para mulheres, podem ser tópicos (com uso de loções que melhoram a circulação local) ou sistêmicos (por meio de comprimidos). 

    “Alguns tratamentos sistêmicos só devem ser utilizados em homens ou mulheres sem o risco de engravidar, pois seria um risco ao feto. Outros, por sua vez, só podem ser utilizados em mulheres por seus efeitos antiandrogênicos (‘anti hormônios masculinos’)”, orienta a médica. Já o tratamento tópico costuma ter menos riscos envolvidos, já que não “invade” o organismo. 

    Avaliação precoce pode ser crucial para controle da doença


    Independente do tratamento adotado e se o paciente em questão é homem ou mulher, o melhor a ser feito é procurar um médico dermatologista competente e de confiança assim que alguma alteração for percebida. “
    Mesmo quem ainda não apresentou sintomas, mas sabe que há histórico de calvos na família, pode buscar orientação profissional para uma avaliação precoce”, complementa Elisabete.  

     

    Foto: Shuttuerstock

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