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    Como é o tratamento para a síndrome das unhas frágeis?

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    A síndrome das unhas frágeis é um problema dermatológico bastante comum, principalmente entre as mulheres e afeta, de acordo com a dermatologista Daniela Moraes Souza Gorgulho, cerca de 20% da população. Trata-se de uma alteração que diminui a resistência das unhas, cujas causas ainda não foram totalmente esclarecidas. Entretanto, acredita-se que o problema tenha origem vascular e traumática.

    Vitaminas ajudam a fortalecer as unhas


    Para tratar a síndrome, Daniela recomenda o consumo de formulações para uso oral que combinem vitaminas e outros elementos específicos para estimular o fortalecimento das unhas, como a biotina, o principal suplemento recomendado para essa condição. “Além da biotina, podemos associar ainda cremes ou esmaltes para aplicação local, contendo diversos ativos fortalecedores, protetores e hidratantes”, afirma a dermatologista.

    O tratamento da condição passa por medidas básicas que devem ser adotadas no dia a dia. “Deve-se evitar a desidratação e a umidificação excessivas das unhas, assim como o uso de substâncias irritativas”, explica a especialista. Ela recomenda o uso de luvas ao entrar em contato com agentes químicos, como solventes, sabões, ácidos, removedores de esmalte e produtos de limpeza.

    Manter as cutículas é uma das medidas do tratamento da síndrome


    Outros hábitos citados pela dermatologista são manter as unhas aparadas, além de não retirar o excesso de cutícula ou, de preferência, não retirar as cutículas. É preciso ainda ter cuidado com o uso constante de esmaltes e produtos que contêm formaldeído, que devem ser evitados.

    Existem alguns casos em que a síndrome é um sintoma de outro problema existente no organismo. “Algumas doenças sistêmicas, como hipo e hipertireoidismo, diabetes, anorexia, bulimia, deficiências circulatórias e anemia, também podem deixar as unhas fracas”, alerta Daniela, que diz ainda que uma consulta com um especialista é fundamental para investigar, diagnosticar e tratar a causa primária.

    Foto: Shutterstock

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