Sedentarismo e isolamento: as consequências não psicológicas da depressão


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Entre os principais sintomas da depressão encontramos um humor deprimido, sensação de vazio, tristeza e desesperança, muitas vezes acompanhados de pensamentos de morte. Também podemos encontrar um humor mais irritado que foge ao habitual da pessoa. Os choros  são frequentes e sem motivo. O pensamento também fica alterado e com ideias negativas como sentimento de inutilidade ou culpa excessiva. Entretanto, nem todas as consequências da depressão se apresentam apenas no campo psicológico.

Aumento de apetite e insônia estão entre as consequências

Durante um quadro depressivo, experimentam-se sensações tanto de inquietação, quanto de estar mais lento e cansado. Existe também uma diminuição ou perda do interesse por atividades que antes eram tidas como agradáveis e prazerosas. “O apetite sofre alterações, com redução ou aumento, levando a um ganho significativo de peso nessa fase”, explica a psiquiatra Ana Claudia Ducati. “Além disso, é possível observar alterações do sono, seja por quadro de insônia ou hipersonia – quando alguém dorme muito mais que seu habitual”.

Essas consequências podem trazer uma série de complicações em diversas áreas da vida de uma pessoa. No trabalho, por exemplo, é possível observar uma redução de desempenho e falta de vontade para trabalhar inicialmente. “O quadro pode progredir e chegar ao ponto de uma limitação significativa na qual o indivíduo não consegue levantar-se da cama. A falta de energia para atividades pode também levar a pessoa a deixar de lado seus cuidados básicos de higiene por dias”, acrescenta Ana Claudia.

Ter o apoio da família pode ser muito bom para melhorar

Uma das formas de combater esses sintomas, inicialmente, são os antidepressivos receitados por psiquiatras, mas esse é um processo lento. É observado que ter o apoio de amigos e familiares acelera a recuperação, assim como evitar ficar sozinho e fazer mudanças no estilo de vida, como praticar exercícios e ter um sono regular.

Dra. Ana Claudia Ducati Dabronzo é psiquiatra geral e infantil. CRM-SP 150.562

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4 comentários para "Sedentarismo e isolamento: as consequências não psicológicas da depressão"

Marileide

Estou neste estágio. Só durmo não tenho vontade de fazer mais nada. Não tenho apoio de família. Acham q é má vontade minha, preguiçaEu nunca fui assim.

Ana cleide

A dois anos tomo ante depressivos pra poder seguir com minhas obrigações e cuidar dos meus filhos.apoio da família,nunca tive apenas me sobrecarregaram de de obrigações que não eram minhas.

Cátia Suely

O maior problema é a falta de apoio da família a cinco anos luto contra essa doença q não é fusica,mais sim na alma só quem passa por isso sabe o quão difícil é pois é tratado como preguiça, frescura, discaração dói muito ouvi tudo isso q na maioria das vezes vem da própria familia.

Janaina

Sou uma pessoa depressiva porque passei minha visa inteira ,sem me abrir,nao aprendi a conversar e resolver os problemas ,guardando tudo quanto é magua ,rancor,duvidas,criei um mundo só p mim,e deduzindo que tudo que eu penso é o certo,hoje pago o preço,pois nao tenho felicidade alguma no meu casamento,vivo infeliz,sem vontade de viver,me divertir,muito menos trabalhar,e o mais triste disso tudo,é que meus filhos cresceram percebendo isso,,,,,

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