MITOS E VERDADES - ESTEATOSE HEPÁTICA:

01.

Na esteatose, o fígado é invadido por uma quantidade excessiva de gordura. Isso faz com que o tecido saudável seja substituído por áreas não saudáveis de gordura.

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O que é a esteatose hepática? Quais são os riscos?

O termo esteatose hepática se refere ao acúmulo de gordura no fígado. O problema pode ser causado por diversos fatores, de forma que cada causa demanda medidas de tratamento específicas. Por mais que, no geral, esse acúmulo não represente perigo importante, em alguns casos pode haver complicações que comprometem o órgão. Sendo assim, deve-se buscar o controle do quadro com o apoio de um médico.  

Principais características da esteatose hepática

 

“Esteatose hepática é o nome que se dá ao acúmulo de gordura no fígado. O fígado é invadido por uma quantidade excessiva de gordura e seu tecido saudável é substituído por áreas não saudáveis de gordura. O fígado pode ficar com volume aumentado e mais pesado”, informa a gastroenterologista Amanda Pereira Medeiros.

Ainda de acordo com a especialista, na maioria dos casos não haverá maiores complicações. Porém, em 30% dos casos essa gordura irá iniciar um processo de inflamação no fígado, chamado de esteatohepatite. “Essa inflamação pode progredir e ao longo de anos causar cirrose e, menos frequentemente, câncer de fígado”, acrescenta a profissional.

Tratamento e importância de hábitos saudáveis

 

Por mais que o tratamento do acúmulo de gordura no fígado mude de acordo com a causa do problema, existem medicamentos que podem ajudar bastante no processo. Remédios contendo substâncias com propriedades antioxidantes são particularmente interessantes. Além disso, é essencial que o paciente adote um estilo de vida mais saudável, com novos hábitos. 

Dentre os hábitos saudáveis que devem ser adotados pelo paciente com esteatose hepática, destaca-se a dieta alimentar, mas não apenas isso. Também é indicada a prática regular de atividades físicas como forma de controlar o quadro, até porque o sobrepeso é considerado fator de risco para o acúmulo de gordura no fígado. “É relevante que o paciente seja acompanhado por uma equipe multidisciplinar”, acrescenta a médica.  

 

Foto: Shutterstock

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O que é a esteatose hepática? Quais são os riscos?

O termo esteatose hepática se refere ao acúmulo de gordura no fígado. O problema pode ser causado por diversos fatores, de forma que cada causa demanda medidas de tratamento específicas. Por mais que, no geral, esse acúmulo não represente perigo importante, em alguns casos pode haver complicações que comprometem o órgão. Sendo assim, deve-se buscar o controle do quadro com o apoio de um médico.  

Principais características da esteatose hepática

 

“Esteatose hepática é o nome que se dá ao acúmulo de gordura no fígado. O fígado é invadido por uma quantidade excessiva de gordura e seu tecido saudável é substituído por áreas não saudáveis de gordura. O fígado pode ficar com volume aumentado e mais pesado”, informa a gastroenterologista Amanda Pereira Medeiros.

Ainda de acordo com a especialista, na maioria dos casos não haverá maiores complicações. Porém, em 30% dos casos essa gordura irá iniciar um processo de inflamação no fígado, chamado de esteatohepatite. “Essa inflamação pode progredir e ao longo de anos causar cirrose e, menos frequentemente, câncer de fígado”, acrescenta a profissional.

Tratamento e importância de hábitos saudáveis

 

Por mais que o tratamento do acúmulo de gordura no fígado mude de acordo com a causa do problema, existem medicamentos que podem ajudar bastante no processo. Remédios contendo substâncias com propriedades antioxidantes são particularmente interessantes. Além disso, é essencial que o paciente adote um estilo de vida mais saudável, com novos hábitos. 

Dentre os hábitos saudáveis que devem ser adotados pelo paciente com esteatose hepática, destaca-se a dieta alimentar, mas não apenas isso. Também é indicada a prática regular de atividades físicas como forma de controlar o quadro, até porque o sobrepeso é considerado fator de risco para o acúmulo de gordura no fígado. “É relevante que o paciente seja acompanhado por uma equipe multidisciplinar”, acrescenta a médica.  

 

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