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    Unhas frágeis: como fazer para cortar as unhas da forma correta?

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    Estima-se que a fragilidade das unhas acometa duas a cada dez pessoas. O problema ocorre em função de alguns fatores, como carência de nutrientes, lesões e hábitos como roer as unhas, por exemplo. Até mesmo o corte indevido das unhas pode contribuir para que elas fiquem mais frágeis.

    Não cortar as unhas gera acúmulo de impurezas que pode deixá-las frágeis


    Quando há desleixo em relação ao corte das unhas e elas ficam muito grandes, aumenta-se o risco delas acumularem sujeira e substâncias nocivas à sua saúde. “O ideal é deixar as unhas sempre cortadas de forma bem curta para evitar o acúmulo de restos celulares e microrganismos entre elas e as pontas dos dedos”, recomenda a dermatologista Gabriella Albuquerque.

    O acúmulo de sujeira nas unhas se torna ainda mais perigoso para as pessoas que tem o costume de roer as unhas, pois dessa forma elas acabam ingerindo os germes presentes, o que pode gerar complicações, como infecções. Portanto, além de manter as unhas curtas para evitar esse acúmulo, é importante estar sempre higienizando bem as unhas e as mãos e pés.

    Sintomas e tratamentos das unhas frágeis


    A síndrome das unhas frágeis se caracteriza pelo surgimento de alguns sintomas específicos. Neste quadro, as unhas ficam quebradiças, ressecadas, moles e apresentam crescimento lento. Para evitar isso, é importante, além de
    cortar e higienizar devidamente as unhas, adotar outros cuidados, como usar bases endurecedoras, cremes ceratolíticos e luvas para proteger contra substâncias e produtos nocivos (detergente, por exemplo).  
    Em geral, a fragilidade das unhas é mais comum entre as mulheres, mas também pode aparecer em homens. “A síndrome das unhas frágeis é uma patologia comum em muitas mulheres e pode estar relacionada à perda hormonal. Vale ressaltar que deixá-las longas aumenta o traumatismo e acelera o seu enfraquecimento”.
    Dra. Gabriella Albuquerque é dermatologista formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF), membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e atua no Rio de Janeiro. CRM-RJ: 71503-4 – Site oficial
    Foto: Shutterstock

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