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Saiba mais sobre o estágios da hipertensão

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A hipertensão é classificada em três tipos: leve (pressão arterial de 14/9 até 15/9), moderada (16/10 até 17/10) e grave (17/10 ou mais). Depois que a doença é diagnosticada, o cardiologista vai indicar o tratamento de acordo com o estágio da patologia, além de analisar todo o histórico do paciente.

“O controle da hipertensão deve ser feito de maneira regular e com acompanhamento médico para se chegar a um alvo pressórico adequado a cada caso. Um jovem se comporta de uma maneira diferente de uma pessoa mais idosa, assim como as diversas causas de hipertensão irão estabelecer necessidades de tratamento diferenciados”, explica o cardiologista Benjamin Segal, do Rio de Janeiro.

A hipertensão é uma doença crônica, mas pode ser facilmente controlada com o tratamento adequado

Segundo o especialista, as causas da hipertensão são em 85% não determinadas e multifatoriais, incluindo o perfil genético do paciente (histórico familiar). Os outros 15% são causas secundárias. “Fatores ambientais, doenças, alimentação que podem gerar hipertensão arteral e, uma vez corrigidos, podemos sim ter uma cura da doença”, enfatiza o médico, afirmando que o medicamento funciona para fazer algo que sozinhos não podemos. “O que devemos é modificar nossos hábitos de vida, costumes e alimentação para termos uma vida mais saudável”.

Alimentação saudável e exercícios físicos são fundamentais para hipertensos

A alimentação saudável é o primeiro passo para uma pressão arterial controlada. O sal é o grande vilão para hipertensos, por conta da retenção de líquido. Uma dieta equilibrada aliada com exercícios físicos vale para qualquer doença ou condição clínica. “O hipertenso deve ter a alimentação rica em fibras, minerais, proteínas de origem vegetal ou animal de baixo teor de gordura, vegetais em suas diversas formas e livres de agrotóxicos, hidratação abundante e com baixa ingesta de açúcares, sal e frituras. Tanto o plano alimentar, quanto o plano físico devem ser individualizados e acompanhado de profissionais adequados”, conclui o cardiologista.

 

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