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Rosa silvestre: saiba tudo sobre esse poderoso antioxidante natural

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O tratamento para diversas doenças passa pela ação de remédios, mas alguns componentes naturais têm ação comprovada no combate a diversas enfermidades e condições. A rosa silvestre é um exemplo disso.

A planta, originária do Oriente e também conhecida como rose hips, rosa mosqueta ou canina, chama atenção por sua alta concentração de vitamina C, trazendo benefícios para a saúde da pele, além de reduzir os níveis de colesterol, prevenir doenças cardiovasculares e diminuir inchaços.

Rica em vitamina C, rosa silvestre contribui para uma pele saudável e bonita

Segundo a nutricionista Yasmin Gonzales, a planta é rica em vitamina C, um verdadeiro antioxidante natural, que neutraliza a ação dos radicais livres. “Muito utilizado na indústria de cosméticos e na medicina preventiva, o nutriente previne o envelhecimento precoce da pele. Vitaminas A e E, selênio, ferro e cálcio também são encontrados na planta”, explica, afirmando que a alta concentração de ácido ascórbico também fortalece o sistema imunológico, prevenindo gripes e resfriados.

Rosa silvestre reduz o colesterol e previne doenças cardiovasculares

De acordo com a especialista, o consumo da rosa silvestre é excelente para pessoas que enfrentam retenção de líquidos, especialmente na região abdominal. “As fibras encontradas em sua composição também contribuem para a redução do colesterol ruim (LDL) e ajudam no controle da glicemia em diabéticos”, explica, destacando que existem estudos apontando que a planta também reduz a ocorrência de doenças cardiovasculares, ajuda no combate à obesidade e até mesmo a alguns tipos de câncer.

Rosa silvestre é contraindicada para pessoas com anemia falciforme

A nutricionista explica que, por conta da alta concentração de vitamina C, a planta não é indicada para pessoas com anemia falciforme (doença hereditária que atinge os glóbulos vermelhos do sangue, também conhecido como hemácias), pois pode aumentar a absorção de ferro no organismo, o que gera dor no indivíduo portador da doença, já que contribui para a obstrução das veias e para a “quebra” as hemácias. “As mulheres grávidas também devem suspender o consumo deste e de outros chás no período da gestação. O importante é consultar um profissional da área para que possa lhe orientar adequadamente”, finaliza.

 

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