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    Entenda o tratamento da ansiedade leve e moderada usando fitoterápicos

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    A ansiedade é considerada um dos males do século XXI. A vida apressada, pressão para obter sucesso no mercado de trabalho, arrumar um companheiro (a), cuidar de filhos, tudo isso pode influenciar na qualidade da vida que temos e gerar algumas sensações desagradáveis. A ansiedade antes de um compromisso importante, como conhecemos, não é nenhum problema a princípio. Mas quando ela passa a influenciar sua forma de se comportar ou dormir, por exemplo, é melhor acender um alerta.

    Remédios fitoterápicos são derivados de plantas

    A ansiedade leve ou moderada é mais fácil de ser contida e tratada, muitas vezes nem precisando do uso de alopatia. Mudanças de hábitos da rotina, prática de exercícios e terapia podem ajudar, assim como o uso de fitoterápicos. “Os fitoterápicos são medicamentos com princípio ativo derivado de plantas medicinais. Como qualquer medicamento, o mau uso de fitoterápicos também pode causar problemas à saúde”, explica o psiquiatra Gustavo Cahú.

    Valeriana e passiflora são os fitoterápicos mais conhecidos

    Os exemplos de princípios ativos mais comuns no tratamento de ansiedade são a passiflora e a valeriana. A Passiflora incarnata é obtida do extrato das folhas do maracujá e é indicada como sedativo. A Valeriana officinalis é obtida das raízes da valeriana e é recomendada em casos de insônia leve, sedativo e ansiolítico. O efeito indutor do sono que ela provoca desaparece em até três horas. “Para ansiedades leves, do dia a dia, contornar um evento importante que te deixe ansioso, os fitoterápicos podem ajudar, mas em casos mais específicos, realmente é importante um tratamento mais aprofundado. Eu costumo dizer que a melhor ajuda para a ansiedade é estar em paz consigo mesmo”, completa Gustavo.

    Diversos estudos têm mostrado que a fitoterapia é uma alternativa segura e eficaz para tratamentos de patologias diversas que acometem varias pessoas em todo o mundo. Mas elas não substituem por completo a consulta com psiquiatras e os medicamentos alopáticos, se necessário. Apenas o médico pode apontar a posologia e por quanto tempo será indicado o tratamento.

    Gustavo Cahú é psiquiatra. CRM: RJ 5273633-3

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