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    É possível emagrecer com saúde? Um nutricionista ajuda a explicar o processo de mudança física

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    A busca pelo corpo perfeito faz com que as pessoas busquem, cada dia mais, novas maneiras para manter um padrão estético e a saúde em dia, controlando o peso e a dieta. Uma boa alimentação, prática de atividades físicas regulares e até mesmo tratamento com remédios- sempre seguindo orientação médica – são ferramentas importantes em um processo saudável e, na medida do possível, prazeroso de perda de peso.

    Nada de dietas milagrosas

    Mesmo com grande parte da população brasileira buscando formas de emagrecer e perseguindo alguma mudança na aparência física, o tema ainda é cercado de dúvidas e muita gente acaba aderindo a “dietas milagrosas” que podem não funcionar ou até mesmo levar a deficiências nutricionais. “As pessoas acham que emagrecer é só comer menos quantidades ou ficar contando as calorias da dieta. Isso é inútil”, afirma a nutricionista Cristiane Coronel. “Nosso corpo possui um processo metabólico muito mais complexo que isso. Os alimentos possuem efeitos diretos na produção hormonal, em seu bom (ou mau!) humor, na sua capacidade de queimar gorduras, em seu sono, enfim, em tudo em sua vida! Para uma perda de peso eficiente, você precisa fazer, sim, uma redução da medida calórica, mas mantendo vitaminas, minerais, fibras e macronutrientes equilibrados (50 – 60% de bons carboidratos, 25 – 30% de proteínas e de 15 à 20% de gorduras boas)”.

    Como é medido o “peso ideal”?

    Para evitar cair em ciladas e perseguir modelos não saudáveis de perda de peso, é preciso entender como é feito o cálculo do que seria o “peso ideal”. “Para se descobrir o peso ideal, de uma forma geral, para pessoas sedentárias, por exemplo, utiliza-se o sistema ‘IMC’ (Índice de Massa Corporal, o peso corporal divido pela altura ao quadrado) e seu resultado deve ficar em torno de 18,5 a 24,9 quilos por metro quadrado”, explica a nutricionista. “Já para quem pratica alguma atividade física, no mínimo três vezes por semana, o IMC deixa de ser protocolo de avaliação corporal. Usa-se medições corporais através de pregas cutâneas e/ou exame de bioimpedância para se avaliar o percentual de gordura, massa magra, hidratação e gasto calórico”.

    Confira uma lista de alimentos que podem ajudar na perda de peso

    – Carnes magras: Frango, peixe (assados, cozidos, grelhados).

    – Ovos (sem óleo) e leguminosas (feijões).

    – Leite e seus derivados (queijo branco, iogurte).

    – Bons carboidratos: Arroz integral, batata-doce, inhame, pão integral, tapioca.

    – Vegetais crus (no mínimo três tipos).

    – Vegetais cozidos (dois tipos diferentes).

    – Frutas (em torno de duas a três porções/unidades, ao dia. Dê preferência às frutas da estação).

    – Boas gorduras: Azeite e oleaginosas.

     

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