Depois da micose: há formas de reduzir os riscos de novas infecções?


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As micoses são infecções provocadas por fungos que se encontram em áreas de mucosa, na pele, nos pelos e nas unhas humanas. Existem vários tipos de fungos responsáveis pelas micoses, mas as diferenças entre eles não eliminam a necessidade prestar atenção às principais formas de prevenção, com o fim do tratamento, para evitar que você tenha novas infecções.

Sem cuidados, é possível ter micoses de novo


“Depois do término do
tratamento das micoses, tanto de pele quanto as de unhas, o fungo pode voltar a causar lesões se o tratamento não tiver sido feito de forma adequada e por um tempo padronizado para seu controle”, afirma a dermatologista Patrícia Lima. Sintomas iguais ou com aspectos pouco diferentes podem aparecer nos mesmos locais em que você teve as micoses anteriormente.

Para diminuir as chances de recorrências, é preciso seguir algumas medidas importantes. “Alguns hábitos podem tanto ajudar a evitar o aparecimento de micoses quanto combatê-las durante o tratamento, como secar-se bem após os banhos, não usar roupas molhadas e não compartilhar objetos pessoais, como roupas, utensílios de banho e sapatos”, recomenda a especialista. Você não deve emprestar nem mesmo o alicate de unha.

Micose em animais pode ser transmitida para humanos


Outra atitude que você deve adotar é, caso tenha animais em casa, observar atentamente se eles estão com fungos e levá-los ao veterinário para fazer o tratamento adequado. Patrícia aconselha ainda a procurar um dermatologista diante de quaisquer alterações
na pele e nas unhas para passar por uma avaliação completa e, assim, ter certeza de que as lesões se tratam realmente de um caso de micose.

“O tratamento depende da extensão, localização e taxa de recorrência e varia entre o uso de antifúngicos tópicos e medicamentos via oral”, explica a dermatologista Gabriela Itimura. Entre as opções que seu médico pode indicar estão cremes, loções, xampus e sprays, cujo tempo de uso deverá mudar de acordo com o local afetado. As micoses de unha, por exemplo, costumam ter um tratamento mais prolongado e que não deve ser interrompido.

Dra. Gabriela Itimura é dermatologista, formada pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e é membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). CRM-PR: 30730 – www.gabrielaitimura.com.br

Dra. Patrícia Lima é dermatologista, formada pelas Faculdades Unidas do Norte de Minas (Funorte), pós-graduada em Dermatologia pelo Instituto Superior de Medicina e atua na Clínica Bruno Vargas, em Belo Horizonte. CRM-MG: 57812

Foto: Shutterstock

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