Peeling: quais são os riscos? O processo deixa a pele mais jovem?


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A realização dos peelings químicos consiste na aplicação de agentes cáusticos na pele, capazes de promover a destruição das camadas mais superficiais do órgão, para, em seguida, estimular sua regeneração. Trata-se de uma forma de acelerar o processo natural de renovação da pele, contribuindo para deixá-la com uma aparência jovem e bem cuidada.

Peeling renova a pele e diminui manchas e cicatrizes


Além dessas ações, o peeling gera ainda outros benefícios. “Esse tratamento desobstrui os poros, estimulando a circulação sanguínea e
clareando as manchas, suaviza as rugas e cicatrizes e melhora a flacidez cutânea”, afirma a dermatologista Juliana Fonte. A intensidade da melhora será proporcional à profundidade com o que peeling é feito. Ou seja, quanto mais profundo e agressivo for o peeling, maior será o resultado observado na pele.

No entanto, antes de fazer um peeling, é importante passar por um especialista, que deverá indicar o processo mais indicado para o caso e explicar como tudo funcionará. Como existe uma grande variedade de vantagens que cercam o processo, há também um grande número de pessoas, desde adolescentes a pessoas mais idosas, que podem se beneficiar com o tratamento, capaz até mesmo de auxiliar no combate a doenças de pele, como a ceratose actínica.

Peeling pode deixar a pele mais clara permanentemente


É importante que o peeling seja feito por um profissional capacitado. “Há o risco de efeitos adversos que devem ser conhecidos para saber evitá-los e, caso ocorram, saber tratá-los. Além disso, existem alguns
cuidados muito importantes que devem ser tomados depois e após o procedimento e que são fundamentais para o resultado final”, diz a dermatologista.

Uma das possíveis consequências é a hipopigmentação, que deixa a pele mais clara de forma permanente e que deve chamar a atenção de pacientes negros ou de pele morena. Quando não é feito adequadamente, o peeling também pode intoxicar, aumentar a sensibilidade ao frio, desencadear uma alergia, deixar cicatrizes e favorecer queloides em quem tem uma maior tendência.

Foto: Shutterstock

COLABORARAM NESTE CONTEÚDO: 
Dra. Juliana Fonte

Dra. Juliana Fonte

Dermatologia

CRM: 32136 / RS

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