Crise de asma: o que fazer quando a bombinha não estiver por perto?


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Conviver com problemas respiratórios, como a asma, é um desafio para muitos brasileiros. Além de incomodar bastante no dia a dia, é preciso se cuidar para que a doença não cause uma complicação mais grave. E uma das formas de auxílio no tratamento é a utilização de bombinhas e inaladores.

Os sintomas iniciais de uma crise de asma são tosse, falta de ar, respiração ofegante e sensação de cansaço constante. Em crianças, é possível observar a barriga “entrando e saindo debaixo da costela” e escutar o chiado no peito, que é chamado de sibilos.

Manter a calma e procurar atendimento médico é importante

 

Independentemente da idade, seja criança ou adulto, caso a pessoa tenha uma crise de asma e não tenha por perto uma bombinha, que é considerada uma “medicação de resgate”, a primeira coisa a se fazer é manter a calma e procurar um atendimento médico o mais rapidamente possível.

“É necessário ficar calmo para fazer o que precisa ser feito, e, nesse caso, o mais importante é levar a pessoa em crise para um pronto-socorro, um local onde terá acesso às medicações de resgate da asma”, orienta a alergista Érica Azevedo, que também destaca o cuidado de não esquecer da bombinha quando estiver na rua, já que uma crise pode ocorrer a qualquer momento.

Paciente com asma precisa de acompanhamento de um especialista

 

Para saber se a crise de asma chegou ao fim, o próprio paciente deve reconhecer as situações que desencadeiam o problema, como fumaça de cigarro ou qualquer outro cheiro forte, e evitá-las. No entanto, a atenção médica não deixa de ser fundamental nessas horas.

“O paciente com asma deve ser acompanhado por um especialista, a asma é uma doença crônica e pode ser fatal. Se estiver sem acompanhamento, ou seja, sem a bombinha, ou até mesmo sofrendo a primeira crise, é importante que seja avaliado por um médico, na emergência ou pronto-socorro. Depois de devidamente tratada, o médico liberará o paciente para suas atividades normais e fazer o encaminhamento para um especialista”, explica Dra. Érica.

Dra. Érica Azevedo é alergista e imunologista pela Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai).  Atende em seu consultório na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro/RJ – CRM: 52-83907-8 –  ericaazevedo.com.br

Foto: Shutterstock

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3 comentários para "Crise de asma: o que fazer quando a bombinha não estiver por perto?"

Cristina Filadelfo

Tenho asma muito forte as crises mas depois que começei a tratar com bombinha melhorei muito

Janaina Rodrigues Brasileiro

Meu nome é Janaina,sou mãe de uma menino de 9 anos.Apos descobri que ele está com asma,passamos no pneumologia e começamos o tratamento com a bombinha Aerolin e Seredite.Estou percebendo que a crise de tosse está vindo com frequência no meio da noite,e ele ainda não sabe administra a sua respiração quando começa a tosse,e acaba ficando se. Ar.O que posso fazer pra ajudar ele quando a crise chega.Preciso muito de um auxílio,nunca passei por essa situação e já estou entrando em desespero.

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Olá Janaina. É difícil indicarmos algo sem examiná-lo, mas é importante manter a região dos pulmões sempre aquecido. Se preferir, nós temos uma equipe de teleorientação que podem te dar outras dicas. O telefone é: 0300 118 1006. O serviço é gratuito e funciona 24h. Abraços

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