Como o tratamento contra DPOC mudou a vida de uma aposentada de Minas Gerais


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O objetivo de um tratamento médico não é apenas curar o paciente de uma doença, mas também restaurar sua qualidade de vida e seu prazer ao realizar as atividades do dia a dia. Os médicos contam com um vasto conhecimento capaz de transformar a rotina das pessoas que recebem em seus consultórios por meio do diagnóstico e da indicação de um tratamento preciso. Esse é o caso de Vera da Silva, uma aposentada de 61 anos moradora de Conselheiro Lafaiete, MG, que mudou sua vida com o tratamento medicamentoso para a DPOC, ou doença pulmonar obstrutiva crônica.

O que é a DPOC?

 

A DPOC é um conjunto de doenças que engloba, principalmente, a asma e a bronquite crônica. O problema aumenta a quantidade de muco e inflama os brônquios, canais que transportam o oxigênio, tornando difícil a respiração. A doença pode provocar ainda chiados e apertos no peito, tosse crônica, lábios e unhas azulados e falta de energia, reduzindo drasticamente a qualidade de vida do paciente.

Uma das principais causas da DPOC é o tabagismo e a história de Vera não é diferente. “Sou uma ex-fumante, fumei por mais ou menos 30 anos”, explica. “Por isso, tenho esse problema”.

“Mais de 80% dos casos são causados pelo cigarro e é por isso que a DPOC é considerada uma doença evitável, se conseguirmos combater adequadamente o tabagismo”, explica o pneumologista Dr. Rodrigo Abensur Athanazio, que também alerta sobre a relação entre a doença e outras condições clínicas. “Pacientes com o problema estão mais propensos a desenvolver insuficiência cardíaca, osteoporose e depressão. Além disso, a dificuldade para respirar torna o indivíduo cada vez mais sedentário, o que colabora para a perda de massa muscular.”

Mais disposição, mais vitalidade

 

Como muitos pacientes que sofrem com DPOC, a qualidade de vida de Vera foi negativamente afetada pela doença. “Eu sentia tanta falta de ar e desânimo para fazer as obrigações do dia a dia”, conta a aposentada, que começou o tratamento e já sente a diferença. “Hoje posso dizer que estou ótima. Consigo cumprir a rotina das obrigações com mais leveza, nem parece que tenho que este problema”.

Seguindo as recomendações de seu médico, Vera consegue, com mais leveza e qualidade de vida, seguir sua rotina. “Cuido de duas netas, amo estar cuidando de crianças”, conta a aposentada, que utiliza a medicação pela manhã e, em dias de maior cansaço, de manhã e à noite.

Dr. Rodrigo Abensur Athanazio é formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e doutorado em Pneumologia pela Universidade de São Paulo (USP). CRM-SP: 122658

Foto: Shutterstock

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