Como o médico pode fazer a diferença na vida de um paciente com doença terminal?


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O objetivo de todo tratamento prescrito por um médico é derrotar uma doença ou controlar os sintomas em um nível em que o paciente possa manter sua qualidade de vida. No entanto, nem sempre isso é possível. Muitos procuram um especialista ou apenas sentem os sintomas quando a condição clínica já está avançada, o que impede a eficácia de um tratamento.

De acordo com o ortopedista Mauricio de Paiva Raffaeli, nenhum médico se prepara para informar a um paciente sobre seu estado terminal. “Infelizmente somos obrigados a dar tal notícia em alguma fase da vida profissional. Uma explicação clara, um olhar sincero e palavras de afeto devem estar sempre presentes”, explica o especialista.

Respeito e honestidade são importantes nessa etapa

 

Algumas atitudes podem ajudar o paciente e fazer a diferença nos momentos finais de sua vida. O ortopedista diz que é importante explicar aos familiares e ao doente todas as etapas dessa fase. “O médico sempre deve ter cuidado e precisa ser claro quanto aos resultados e as complicações esperados nessa fase”, afirma Raffaelli.

O profissional destaca que toda promessa feita ao paciente em estado terminal é questionável. O médico sempre quer ajudar, mas em alguns casos, o melhor auxílio é não prometer nada e ser honesto e estar junto ao paciente, dando todo tipo de suporte.

O controle da dor é importante

 

Em estado terminal, é imprescindível que o paciente tenha toda a assistência disponível, além do apoio familiar, a fim de garantir uma boa qualidade de vida no tempo que ainda lhe resta. “O alívio da dor, o controle das queixas e o respeito fazem com que o médico ajude o paciente nesse momento difícil”, complementa Raffaelli.

Dr. Mauricio de Paiva Raffaelli é ortopedista, traumatologista e especialista em cirurgia de ombro e cotovelo e atende em São Paulo. CRM-SP: 101523

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