Dieta self-service: como fazer pratos saudáveis em restaurantes a quilo?


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Bate aquela fome e você foge das redes de fast food para fazer uma alimentação saudável em algum restaurante. Atitude correta, parabéns! Mas e na hora do self-service? Você precisa se policiar novamente para não cair nas tentações lá disponíveis e montar um prato equilibrado. Fique de olho em algumas boas dicas com a ajuda da nutricionista Amanda Koenigkam.

A montagem do famoso ‘prato colorido’

Antes de qualquer coisa, faça o exercício de observar as opções no buffet do restaurante. Veja onde estão as saladas, as proteínas e, claro, saiba onde estão as guloseimas que você irá fechar os olhos e passar bem longe. “O ideal é servir-se de saladas (folhas e legumes) na proporção de 50% do que irá comer e carboidratos (arroz e seus substitutos) e proteínas (carnes magras) na proporção de 25% cada um. Nessas proporções são importantes as variações dentro das saladas a fim de garantir as fibras e vitaminas”, orienta a profissional.

E quem nunca ouviu ou leu que pratos coloridos são sinônimos de escolhas saudáveis para sua refeição? Isso é verdade, eles devem ter no mínimo quatro cores. No entanto, alguns cuidados devem ser colocados em prática para que se garanta uma boa fonte de saúde: “Devemos notar a maneira como os alimentos são preparados, evitando o uso de gorduras no cozimento ou temperos processados e a combinação entre eles”, alerta Amanda.

Cuidado com as falsas saladas

As saladas são sempre bem-vindas e, como dito anteriormente, devem ser donas de metade do nosso prato. As folhas e vegetais nelas presentes proporcionam uma refeição leve e rica em fibras, o que ajuda o bom funcionamento do intestino e da digestão. Entretanto, é preciso ficar de olho nas verdinhas e nas chamadas “falsas saladas”.

Como algumas saladas não são do gosto da maioria dos clientes, alguns restaurantes, para atrair o consumo, criam versões mais interessantes e é aí que você deve ficar atento: “Às vezes elas são acompanhadas de queijos gordurosos, torradinhas temperadas, embutidos e molhos processados, tornam-se calóricas e perdem sua natureza saudável. Para não cair nessa armadilha, deve-se evitar essas versões previamente montadas e escolhendo os vegetais individualmente, regando-os com temperos naturais e frescos, exceto o azeite que na medida certa é benéfico”, atenta a especialista.

Pode rolar folguinha na dieta? Quando começamos a emagrecer?

Essas duas perguntas são, sem dúvida, uma das campeãs nos consultórios de nutricionistas. Então vamos aproveitar e responder por aqui, né? Um tipo de alimento que traz prazer momentâneo são os gordurosos. Muito procurados para quem quer dar uma escapadinha na dieta, eles não são benéficos e, se consumidos de forma descontrolada, podem trazer problemas, como o aparecimento de doenças cardiovasculares. Contudo, não precisam ser banidos, podendo ser consumidos em uma escala pequena. A ordem é equilíbrio!

Quanto aos primeiros resultados na balança, isso é bastante relativo, já que cada organismo tem uma maneira diferente no processo de emagrecimento devido ao metabolismo. Logo, a resposta à dieta e à reeducação alimentar pode ser mais rápida para alguns e devagar para outros. “Entretanto, a partir da primeira quinzena, já é possível a percepção do emagrecimento de alguém que siga as orientações de um profissional de nutrição de maneira correta”, destaca Amanda Koenigkam.

Dra. Amanda Koenigkam é nutricionista, formada pelo  Centro Universitário Oswaldo Aranha (UniFOA) e atende em Resende/RJ – CRN 15100842 – http://www.amandaknutricionista.com.br/

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